Tudo o que você precisa saber sobre Alienação Parental

A alienação parental ocorre quando uma das partes influencia o filho a tomar partido e a se colocar contra a outra parte. Aí, entra o papel do judiciário, que oferece meios de proteger os filhos, a partir de recursos legais, e, também o papel dos profissionais que podem ajudar pais e filhos neste momento, como o psicólogo.

Isso pode se dar de diferentes maneiras, como proibir que o pai/mãe veja a criança, fazer chantagens, manipular, influenciar a criança ou adolescente contra o pai/mãe, dificultar visitas, omitir informações sobre os filhos, apresentar falsas denúncias para dificultar a convivência, entre outras atitudes que prejudicam ou impedem a relação do filho com um dos genitores.

Como e a quem buscar ajuda em caso de alienação parental?

Se você está passando por uma situação semelhante e já tentou várias alternativas, mas nada resolveu o problema, talvez seja o momento de pensar em buscar ajuda judicial, uma vez que a prática da alienação parental é prejudicial à formação psicológica e afetiva de crianças e adolescentes.

Então, qual a melhor maneira de lidar com essa situação?

A realidade é que a separação envolve sofrimento, mudanças e muitos desafios. Por isso, é um momento de buscar manter a calma, procurar ajuda, se necessário, e, principalmente, apoiar e conversar muito com os pequenos, para que eles sofram o mínimo de impacto possível.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

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Papel de Pai

Olá Papai e Mamãe, tudo bem?

Esse mês comemoramos o Dia dos Pais, então esse texto é especial para os papais e todos aqueles que exercem essa função na vida dos pequenos.

Acredito que vocês já ouviram ou até já usaram essa expressão: “Papel de Pai”, mas o que será que ela realmente quer dizer?

Geralmente essa a expressão, ”Papel de Pai”, está relacionada a uma obrigação ou a alguma cobrança. Mas como cobrar algo de alguém que muitas vezes não foi ensinado ou preparado para viver tal situação?! Culturalmente, não ensinamos os meninos a cuidar do outro. Já conversamos aqui outras vezes que é através da brincadeira que a criança entende e percebe o mundo, e o mundo dos meninos costumam ser apenas rodeados de carrinhos e futebol, não podem brincar de boneca ou de casinha pois “essas brincadeiras ferem sua masculinidade.”

Já as meninas são ensinadas desde muito pequenas a exercerem as funções ditas maternais, como: brincar de boneca, casinha e comidinha. Assim, mesmo sem perceber, delegamos todos os cuidados dos pequenos para as mamães, mas onde fica o papai? Qual é a parte que lhe cabe nessa missão?

O papel do papai não é menos importante que o da mamãe, e eles podem variar muito, de acordo com a cultura ou a configuração de cada família. Além dos diferentes papéis que o pai pode exercer, existem também diferentes tipos de pai. Tem o pai mais sério, o mais brincalhão, o companheiro de aventuras, aquele super protetor, o desligado… E tem aquele que é um pouquinho de todos.

A figura paterna estabelece limites e ajuda os pequenos a ter noção de certo e errado, além de possibilitar à criança a entrada no contato social de forma mais segura e proporcionar o equilíbrio que a criança precisa. Além de ser o primeiro ‘outro’ na vida da criança, a primeira pessoa que introduz uma relação além da materna.

A participação ativa dos papais na criação, fortalece o filho para a vida individual e social, além de promover segurança, autoestima, independência e estabilidade emocional. Por isso, é fundamental que você separe um tempo para brincar, ler, estudar e conversar com seus filhos. Mostrar o mundo masculino é importante para o equilíbrio dos pequenos. Você, papai, é exemplo a ser seguido e é referência quanto à integridade, ética e valores.

Assim, é necessário que você não esteja apenas fisicamente presente, mas que contribua para a educação e a formação dos seus filhos, e participe do desenvolvimento deles. Quando uma criança se sente rejeitada pelo pai, ou não se sente que é desejada como um filho, pode ficar frustrada, insegura e ansiosa. Já quando o filho se sente querido, a sensação de bem-estar é muito maior e isso é essencial para o desenvolvimento emocional.

Papais, nunca se esqueçam que vocês têm um papel fundamental na vida dos pequenos, vocês são a referência deles de amor, cuidado, ética e de homem. E não se esqueçam que não se nasce pai, torna-se pai. Criar e cuidar de uma criança são tarefas árduas que exigem esforço, tempo, dedicação, paciência… Permita-se aprender como exercer essa maravilhosa função com seus pequenos, apesar de não parecer, eles sabem exatamente do que precisam.

Um Feliz – Todos os – Dia (s) do Pais!

Amanda Ferraz – Psicóloga parceira BBDU

amandafoliveira1@gmail.com

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