Seja Presente

Olá, Papai e Mamãe! Tudo bem?
Este é o último mês do ano, época em que geralmente nosso “tempo fica mais corrido”, época em que nos preocupamos com os presentes, de amigo oculto… de natal…

Então, resolvi falar sobre algo que é mais importante do que dar presentes, que é ser presente.

As últimas décadas trouxeram uma mudança na vida da mulher. As mulheres começaram a trabalhar (também) fora de casa. Porém, essa mudança trouxe um acréscimo de funções, e não uma troca, então, além do trabalho fora de casa a mulher ainda cuida da casa, dos filhos, do marido… Muitos jovens e adultos de hoje são as crianças dessa primeira geração, que cresceram sem o convívio em tempo integral com as mães e agora repetem esse modelo com relação aos próprios filhos.

E com isso, eu não estou dizendo que essa mudança foi algo ruim, muito pelo contrário, essa mudança foi necessária, inclusive para os modelos de educação que vemos hoje, como uma participação mais ativa dos pais, por exemplo.

Porém, a lacuna criada nessa geração passou a ser preenchida, de certa forma, pelo marketing, e o consumismo. Para reduzir a culpa gerada pelo pouco tempo presente com os filhos, os pais começaram a comprar cada vez mais presentes, e também lotar as crianças com atividades. (lembra do que conversamos no mês passado? Sobre as multitarefas? Elas também entram aqui)

Lembre-se, a falta da presença de vocês não podem ser supridas por presentes ou bens materiais. Esses artifícios funcionam por um tempo, mas não têm permanência, e perdem logo o seu efeito. Um outro problema que o excesso de presentes pode trazer é a criança começar a usar disso como “chantagem”, para ganhar tudo o que quiser. Crianças são extremamente observadoras, e entendem logo o que funciona para “dobrar os pais”.

Ser presente para o seu filho pode ser mais simples do que você imagina, mesmo com uma rotina de trabalho extensa. Ser presente não significa abdicar de tudo o que é importante para você e ficar 24h por dia com o seu filho, (inclusive, isso pode ter um efeito reverso, a criança pode ficar extremamente mimada, e isso também pode atrapalhar o seu desenvolvimento) mas sim ter tempo de qualidade com ele, mesmo que seja algumas horas por dia.

De nada adianta você ficar o dia inteiro com seu filho, mas conversar com ele enquanto a televisão está ligada, ou enquanto você responde alguma mensagem no celular. Você está ali apenas de corpo, mas não está prestando atenção no que ele está falando ou no que está acontecendo ali.

O que eu sugiro é que você tire alguns minutos quando chegar do trabalho para se dedicar ao seu pequeno. Seja para assistirem a um filme juntos, ou brincar com algum jogo, contar uma historinha antes de dormir, fazer alguma atividade juntos. E não precisa ser nada muito programado ou elaborado, aproveite os momentos juntos, como a ida ou a volta do colégio para conversarem ou inventarem alguma brincadeira (é uma ótima idéia para deixar de lado um pouco o celular também).

Neste final de ano (e em todas as outras épocas), o melhor presente que você pode dar ao seu pequeno é o seu tempo e sua atenção. O tempo é o recurso mais escasso que nós temos, ele não volta, é algo que não se pode comprar. Muitos pais me falam que desejam dar o melhor para seus filhos, então dê o seu tempo, dedique-se a ele, isso fará uma diferença no desenvolvimento dele e na relação de vocês.

Espero que tenham gostado do tema de hoje!

Quero agradecer por todo esse ano juntos, aqui, no blog da BBDU ou nas lives do Instagram (se você ainda não sabe, todo mês, eu e a Ju, fazemos uma live no Instagram para comentar o tema do texto aqui do blog), e quero lhe desejar também um excelente final de ano e ótimas festas, com muito amor e tempo de qualidade!!

Um beijo e até a próxima!

Amanda Ferraz – Psicóloga parceira BBDU
amandafoliveira1@gmail.com

Ansiedade Infantil e as Multitarefas

Ultimamente os pais estão cada vez mais apressados e exigentes; querem que os filhos andem logo, falem logo, seja o primeiro da turma, aprenda a falar inglês aos três anos, aprenda a tocar algum instrumento musical aos cinco, faça natação, balé, judô, futebol, enfim inúmeras atividades. Alguns querem que o filho tenha a oportunidade de fazer atividades que eles não tiveram, outros pensando no futuro do filho, otimizam seu tempo para fazer o máximo de atividades possível.

Frente a isso, gostaria de compartilhar com você uma realidade que me deparo no consultório: cada vez mais estão chegando para mim crianças ansiosas e estressadas, nervosas, agitadas. Alguns pais me dizem que não entendem o porquê desse sintoma, já que normalmente eles aparecem em adultos; há alguns anos atrás não se falava em “criança estressada” e “criança ansiosa”, mas hoje esses termos estão cada vez mais frequentes.

Primeiro é importante entender o contexto que essa criança está inserida; como é a sua rotina e como é a rotina dos seus pais, isso diz muito sobre o comportamento e sintomas que os pequenos apresentam e desenvolvem. Costumo dizer que filhos são espelhos dos pais e não há nada melhor para educar do que os exemplos, suas ações.

É necessário respeitar a fase e idade da criança, muitas vezes o excesso de atividades causa uma sobrecarga e um desgaste físico e emocional nos pequenos, algo que eles não conseguem lidar, pois não tem capacidade simbólica para isso, então surge a ansiedade, a criança fica mais nervosa, mais agitada, o seu corpo começa a responder. Lembre-se que tudo aquilo que não é expressado em palavras, torna-se doença, são as chamadas “doenças psicossomáticas”.

Papai e mamãe, fiquem atentos aos sinais que os pequenos dão e procurem um ponto de equilíbrio entre as atividades que eles exercem, buscando priorizar as suas necessidades. Procurem planejar essas atividades conciliando o lado do aprendizado, que é importante, mas ao mesmo tempo, reservar um tempo para que os pequenos aproveitem sua infância, sem tantos compromissos. E lembrem-se sempre que a linguagem da criança é o brincar! Brincar com seu filho é o maior bem que você pode fazer a ele.

Amanda Ferraz – Psicóloga parceira BBDU
amandafoliveira1@gmail.com

Primeira Infância: a fase mais importante da vida

“Educa as crianças, e não precisarás castigar os homens.”

Essa frase é do filósofo grego Pitágoras, e eu a escolhi para começar esse texto porque educar as crianças e investir na Primeira Infância têm efeitos sobre a capacidade intelectual, a personalidade e o comportamento social futuros.

A primeira infância é a fase da vida entre zero e seis anos de idade. O papel dessa época da vida no desenvolvimento mental, emocional, de aprendizagem e de socialização da criança talvez seja tão ou mais importante que a evolução física e neurológica.

No primeiro ano de vida, o bebê é quase totalmente dependente dos adultos que o cercam, começando pela alimentação apropriada, proteção, cuidados com sua saúde e afeto. Os primeiros anos são fundamentais para o desenvolvimento da criança. Inclusive, cientistas já comprovaram que oferecer condições favoráveis ao desenvolvimento infantil nos primeiros anos de vida é mais eficaz e gera menos custos do que tentar reverter ou minimizar os efeitos ou problemas futuros. Dentre os benefícios, há ganhos no desenvolvimento cognitivo a curto prazo, melhora nos níveis de aprendizado a médio prazo e na escolaridade, empregabilidade, qualidade de vida e renda, a longo prazo.

O cérebro e todo o sistema nervoso central se formam nesse início da vida, ou, melhor dizendo, desde a gestação. A neurociência, ciência que estuda o desenvolvimento e o funcionamento desse sistema, afirma que existe uma relação direta entre as primeiras experiências e o desenvolvimento cerebral. O desenvolvimento do cérebro depende de uma complexa interação entre os genes com os quais se nasce e as primeiras experiências que se tem. As primeiras experiências têm um impacto decisivo na arquitetura do cérebro e na natureza e qualidade da capacidade do adulto.

Pode-se dizer que as relações iniciais com os primeiros cuidadores (mãe, pai ou outra pessoa que se ocupa integralmente do bebê) são determinantes nesse processo de formação da criança e, por isso, devem ser relações de qualidade, baseadas tanto em atenção às necessidades do corpo e do organismo quanto em vínculos afetivos consistentes, comunicação, segurança e ainda oferta de boas experiências para apresentar-lhe o mundo. Trata-se aqui de olho no olho, de voz que acalenta e conta uma história, de sustentação corporal, de acolhimento às sensações e sentimentos, de presença permanente e significativa que garante a continuidade dos cuidados, de emoções que moldam essa relação e ainda de brincadeiras compartilhadas.

Tem muita coisa em jogo nessa interação. É preciso que os papais e mamães estejam inteiros, que estejam disponíveis para acompanhar cada passo desse caminho inicial e que consigam tanto decifrar os sinais que chegam quanto os que são transmitidos pelos pequenos. Aprender a comunicar-se para além das palavras, mas pelos gestos, sons e balbucios, expressões, mudanças de comportamento. As crianças pequenas são conectadas e comunicativas.

Os bebês precisam se adaptar ao mundo em que chegaram, porém não fazem isso passivamente, mas de modo ativo e competente.Os bebês convocam os adultos a se ocuparem deles, a oferecerem novidades para suas descobertas e solução para suas necessidades. No processo de desenvolver-se integralmente, muitos encontros, de diferentes naturezas, serão estabelecidos, resultando em um sujeito único e singular.

Desta forma, é preciso retomar a ideia de que cada uma das experiências vividas terá sua parte na escrita dessa história, começando pelas experiências com você, papai e mamãe que cuida e se ocupa dessa criança. É preciso muitos cuidados nesse caminho que parte da extrema dependência para a independência e autonomia. Vocês oferecem a voz, o olhar, o corpo que segura e acolhe, oferecem as palavras que consolam, que explicam, que descortinam horizontes, inserindo a criança no mundo e suas infinitas possibilidades. À criança cabe viver intensamente todas essas experiências que lhe são oferecidas: ser curiosa, investigar, conhecer, vincular-se e, mais do que tudo, BRINCAR!

Amanda Ferraz – Psicóloga parceira BBDU

amandafoliveira1@gmail.com

Autoestima Infantil

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Olá, Papai e Mamãe! Tudo bem?
Hoje vamos conversar sobre um tema muito importante, que deve ser trabalhado com a criança desde muito pequena.
Muitas vezes recebo crianças no consultório com queixa de timidez e quando vou averiguar mais profundamente, com entrevistas com pais, observação da criança em sua forma de brincar e fazer atividades ludoterapêuticas, percebo que aquela timidez muitas vezes é insegurança e baixa autoestima.
Vocês, como pais, são a primeira referência dos pequenos e têm um papel fundamental no processo de construção e potencialização da autoconfiança e da autoestima dos seus filhos.
São esses primeiros vínculos que irão ser a base da formação da personalidade desse futuro adolescente e adulto. Através do modo de falar, dos gestos e das atitudes, vocês auxiliam de forma importante e essencial a construção da autoestima da criança.
Primeiramente, vale reforçar que confiança do pequeno, desde cedo, fortalece sua segurança, capacidade de realização e a efetiva habilidade de lidar, de maneira assertiva com os desafios da vida adulta.
A capacidade de valorizar a si mesmo é um processo que deve começar a ser construído desde muito cedo — e ao longo da vida.
A autoestima também pode ser definida como um sentimento de capacidade, combinado com sentimentos de sentir-se amado. Uma criança que fica feliz com uma conquista, mas não se sente amada pode, eventualmente, experimentar baixa autoestima. Da mesma forma, uma criança que se sente amada, mas está insegura sobre as suas próprias capacidades, pode também conduzi-la a uma baixa autoestima. A autoestima saudável de uma criança desenvolve-se quando o equilíbrio é atingido.
Aprender a caminhar depois de dezenas de tentativas frustradas ensina um bebê a ter uma atitude de “consigo fazer”. O conceito de persistência para alcançar o sucesso começa cedo. As crianças tentam, falham, tentam de novo, falham de novo, e então finalmente obtêm sucesso, desenvolvendo uma ideia segura acerca das suas próprias capacidades. Ao mesmo tempo, vão criando um autoconceito baseado em interações com as outras pessoas.
É por isso que o envolvimento de vocês, papai e mamãe, é fundamental para ajudar as crianças a construírem autopercepções saudáveis. Assim, deixarei aqui algumas formas de auxiliar o processo da autoestima com os pequenos:
• Cuidado com as críticas, elas podem reforçar sentimentos de incapacidade e inferioridade na criança;
• Estabeleça uma comunicação de forma mais positiva. Suas palavras são extremamente importantes, escolha as que estimulam e valorizam a segurança do seu filho. Um bom exemplo, é substituir expressões como “você nunca aprende”, por “sei o quanto você é capaz, acredito em você”;
• Evite os rótulos. Aquilo que você fala para o seu filho torna-se verdade para ele. Então, se você diz que ele é “bagunceiro”, “desobediente”, “terrível”, é assim que ele vai ser, agora, se você se refere a essas atitudes focando no seu comportamento a chance da criança mudar de atitude é maior;
• Enalteça as competências da criança e não suas dificuldades. Demonstre compreensão e apoio quando a criança estiver diante de algum desafio.
Por fim, demonstre sempre amor pelo seu pequeno. É dessa forma que ele sentirá segurança e confiança para enfrentar os desafios que virão.
Espero que tenha gostado do texto desse mês.
Deixe para mim nos comentários, dúvidas e sugestões de temas para os próximos textos.
Um abraço e até mês que vem!

Amanda Ferraz – Psicóloga parceira BBDU

amandafoliveira1@gmail.com

Brincando com as emoções

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Olá, Papai e Mamãe! Tudo bem?
Esse título é o nome da Oficina das Emoções, que eu faço periodicamente aqui em Belo Horizonte, cidade onde eu moro. Esse projeto é o meu xodó! Nesse momento consigo unir duas temáticas muito importantes para o desenvolvimento infantil, e é sobre isso que vamos conversar hoje.
O brincar é um meio natural da criança se expressar e também mostrar seus sentimentos e fantasias, é uma das atividades mais importantes no desenvolvimento da criança. Crianças que brincam demonstram ter saúde emocional e, ao brincarem, desenvolvem a capacidade de criatividade, para controlar impulsos, de expressão de desejos ou de seus medos. Isso ocorre tanto no nível consciente como inconsciente, de acordo com cada faixa etária.
As crianças estão sempre brincando, é através da brincadeira que elas se comunicam. A atividade lúdica está presente enquanto comem, enquanto realizam atividades de higiene e o quanto relutam em parar de brincar para realizar estas atividades ou até mesmo para dormir. Eu acredito que muitos de vocês ao dar papinha para seus pequenos já fizeram o famoso “aviãozinho”; ou quando as crianças estão na fase do desfralde, já deram tchau para o cocô, e até mesmo já se depararam com a situação de querer “tirar a bateria dos pequenos” ao final do dia. O mundo lúdico é o elo entre a realidade interna da criança e a realidade externa, compartilhada com outras pessoas.
Alegria, raiva, medo, tristeza e nojo. Todas essas emoções fazem parte da nossa vida, algumas se sobressaem mais do que outras, algumas são mais fáceis de identificar, outras menos, mas o fato é que identificar o que sentimos nos ajuda a lidar melhor com determinadas situações. Você já parou para pensar no por que seu filho às vezes chora desconsolado? Por que ri? Por que rejeita determinados alimentos? As emoções estão trabalhando em todas essas situações, e é importante que os pequenos aprendam a utilizá-las.
Todas as emoções são importantes e exercem um papel fundamental na vida das crianças, as principais são: medo, nojo, raiva, tristeza e alegria. O medo faz com que a criança tenha desafios e lute para superá-los, mas também pode lhe bloquear e até mesmo conduzir ao pânico, é o máximo nível de alerta do nosso corpo, portanto, é importante ensinar as crianças a utilizar o medo para crescer; o nojo ajuda a escolher, a aprender a dizer não, ajuda a criança a formar sua personalidade; a raiva é a menos preparada das emoções, quando se deixa levar não existe raciocínio, mas isso será necessário, de certa forma a raiva é uma arma de defesa, e é justamente nesse momento que a raiva gera um mecanismo para pensar em como se defender diante de tudo o que lhe provoca chateação.
Já a tristeza com frequência nos faz refletir e aprofundar nos nossos sentimentos, sem a tristeza não poderia existir a alegria, mas tenha cuidado: essa emoção também pode levar a criança a perder a esperança e levá-la à depressão, após um momento de tristeza é importante que a alegria volte a aparecer; a alegria é o motor que move a vida da criança, ela não está presente em tempo integral pois necessita das outras emoções para continuar seu caminho.
Agora que você já sabe como as emoções e o brincar são importantes para o desenvolvimento dos pequenos ajude-os a identifica-las e lidar melhor com elas, através de recursos lúdicos. Aqui, no próprio site da BBDU, você encontra muitas possibilidades para trabalhar as emoções com as crianças. Sente-se com seu filho, fale com ele. Tente explicar-lhe o que está sentindo. Está chateado? Sentiu raiva? Por quê? Faça com que ele responda a todas essas perguntas e, sobretudo, faça com que entenda que nenhuma dessas emoções são ruins. Todas, absolutamente todas, são necessárias.
A criança tem uma capacidade de compreensão muito mais aguçada do que se pode imaginar e, em sua linguagem, devemos estar prontos para o diálogo. Uma criança emocionalmente bem desenvolvida torna-se um adulto mais capaz de enfrentar e solucionar suas dificuldades. Tenha sempre em mente que as crianças têm muito o que ensinar!

Amanda Ferraz – Psicóloga parceira BBDU

amandafoliveira1@gmail.com

 

A Importância dos múltiplos relacionamentos na vida da criança

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Hoje eu queria falar como os múltiplos relacionamentos na vida de uma criança podem ser benéficos e devem ser estimulados. Não só em seus grupos de amigos, mas também com seus cuidadores. Infelizmente na sociedade atual os núcleos familiares estão cada vez menores e com a insegurança de nosso país, crianças são cada vez menos expostas a múltiplos relacionamentos. Continue reading

O Brócolis e as Emoções

Menina-Segurando-BrocolisQuando viramos mães, passamos a nos preocupar muito mais com a alimentação, não é?
Umas mais, outras menos, mas de alguma forma começamos a prestar mais atenção nisso. Sabemos que uma alimentação saudável previne uma série de doenças, certo?
Todo mundo sabe que comer salada é saudável, não é?
E porque não temos esta preocupação em deixar nossos filhos emocionalmente mais fortes? Continue reading

Livro Infantil: Tem monstro aqui em casa

tem-mosntro-aqui-em-casaEsta é a história de Caio. Ele acorda no meio da noite e ouve barulhos estranhos, gritos e vozes vindo da cozinha, e isso deixava ele com muito medo, imaginando que teriam monstros em sua casa.
Durante várias noites isso se repete e ele resolve perguntar para o pai se monstros existem. O pai afirma que não, que isso era bobagem da cabeça dele. Então, uma noite o menino se enche de coragem e vai até a cozinha e descobre que as vozes que ouvia eram seus pais brigando. Continue reading

Livro Infantil: Lidando com Problemas e escolhas com Luca, o tamanduá.

lidandocomproblemaseescolhasLidando com Problemas e escolhas com Luca, o tamanduá é mais uma história da coleção Habilidades para Vida da Editora Sinopsys.
Quando os problemas considerados significativos não são resolvidos eles podem se tornar estressores e virem acompanhados de diversos prejuízos para vida das crianças, por isso o desenvolvimento da habilidade de resolução de problemas é tão importante. Continue reading