Tecnologia, vilã ou aliada?

Sabemos que sem controle e cuidado, ela pode ser uma grande vilã nas mãos dos pequenos, mas na situação atual ela poderá ser uma grande aliada para as famílias em afastamento social, principalmente as crianças.

Somos seres sociais, precisamos uns dos outros e a sensação de não podermos estar juntos e nem nos vermos é um dos grandes causadores de ansiedade. Para as crianças então que estão “presas” dentro de casa sem gastar tanta energia, isso pode ser ainda mais difícil. Então, neste período, pode ser uma boa ideia liberar mais do que se liberava antes o uso de jogos online, whatsapp e vídeo conferências, claro tudo seguindo as mesmas regras de supervisão, tão faladas e tão importantes, mas permitindo que as crianças tenham contato com seus colegas.

Outra alternativa, é o uso do telefone, faça ligações para os colegas, uma por dia que seja, para que eles possam manter uma interação com os amigos. Se você tem vizinhos, a janela também pode ser uma alternativa. Mas não esqueça de colocar em sua rotina um espaço para interações sociais, pois o contato social está proibido, as interações não.

Vamos usar a criatividade e todos os recursos que temos a nosso dispor para fazer deste tempo de afastamento social o melhor que ele pode ser.
E lembre-se sempre, tudo passa, isso também vai passar.

Texto: Juliana Martins | Psicóloga | Criadora da BBDU

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LIMITES PARA BEBÊS E CRIANÇAS

Você pode se perguntar, algumas vezes, qual é o momento certo para estabelecer limites para seu filho. Limites para um bebê? Como assim?regras-limites_edited-1
A resposta é sim! Desde o nascimento, o bebê já começa a se deparar com situações que vão construir, no futuro, as noções de limite. Tudo aquilo que frustra o bebê, já vai impondo certos limites. A ordenação, ou chamada “rotina”, constitui os primeiros limites apreendidos pela criança e ajuda a tranquilizá-la. Continuar a ler

Afogamento de Crianças, como prevenir!

Diariamente, 4 crianças e adolescentes de até 14 anos morrem afogadas no Brasil. O afogamento é a segunda causa geral de morte na faixa de 5 a 9 anos, e a terceira na faixa de 1 a 19 anos.

Para tentar reverter estas estatísticas, o Instituto Zero a Seis – Primeira Infância e Cultura de Paz em parceria com a SOBRASA – Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático, lançou uma cartilha que ensina como prevenir o afogamento de crianças.

A BBDU considera de extrema importância repassar a informação.

Clique na imagem abaixo para ver a cartilha ampliada e mais informações diretamente do site do Instituto.

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