Inteligência emocional na quarentena: como lidar com os sentimentos das crianças?

2020 vem sendo um ano diferente. A pandemia do Novo Coronavírus bagunçou a rotina de todos: adultos e crianças. O isolamento social salva vidas, mas também pode causar transtornos perigosos, como ansiedade e depressão. Segundo dados do Google, a pergunta “como lidar com a ansiedade” bateu o recorde de interesse da última década. Houve, ainda, um aumento de 98% nas buscas sobre o tema de transtornos mentais, durante o ano.

Segundo o médico psiquiatra Helio Lauar, da Central Psíquica (CEPSI) o ser humano nasce em uma condição de desamparo, necessitando de cuidados. Desde o nascimento, ele aprende que precisa do outro para sobreviver. Por consequência, a falta de convívio com outras pessoas é motivo de sofrimento e angústia. Mas não é momento para pânico, e sim aprendizado e reflexão. Confira!

Como as crianças são afetadas?

O estresse causado aos pais pela pandemia acaba repercutindo nos filhos. Em meio ao caos de informações relacionadas ao Novo Coronavírus, as percepções chegam às crianças através de muitos fatores, como as emoções das pessoas próximas, as mudanças de rotina e  situações de sofrimento. A restrição de tarefas como ir à escola, brincar com os colegas ou visitar os parentes próximos pode gerar angústia, medo e desamparo, ocasionando um ciclo de ansiedade. Dessa forma, torna-se fundamental criar um diálogo e esclarecer a realidade

Para a psicóloga Roberta Desnos, coordenadora pedagógica do Laboratório Inteligência de Vida é importante explicar a situação: “Converse com as crianças de maneira tranquila e honesta e de acordo com a capacidade de compreensão de cada idade. Não infantilize a criança ou desconsidere sua percepção da realidade. As crianças estão passando por esse período de distanciamento social e também tiveram suas vidas alteradas”.

A melhor forma de oferecer suporte às crianças nesse momento, portanto, é através da comunicação. Além de conversar sobre os acontecimentos, também é essencial que se converse sobre como a criança está se sentindo em relação a isso. É necessário criar um ambiente seguro para que ela consiga expressar suas emoções, estabelecendo uma relação de confiança e cumplicidade. 

Como lidar com as crianças durante o isolamento social?

Além da transparência e da comunicação como meio de esclarecimento de dúvidas e alívio de sentimentos, é preciso fazer mais. Principalmente para pais que estão em home office, torna-se fundamental criar alguma distração para a criança em casa, considerando os colégios fechados ou com restrição de horário. Para isso, temos algumas dicas:

1. Ler em família

Passar o dia inteiro em casa pode ser desmotivador. Um dos grandes desafios da quarentena é diversificar as atividades, mesmo com as limitações. Para isso, os livros podem ser aliados. É uma boa oportunidade para estimular a criatividade, capacidade de foco, e combater a ansiedade. Existe ainda a literatura educativa, que pode ser uma maneira leve de discutir temas importantes, que acabam se tornando mais sensíveis nos momentos de isolamento social. Recomendamos o livro Como fazer de um dia chato algo espetacular.

2. Cuidar das plantas ou animais domésticos

Outra forma interessante de despertar o sentimento de sensibilidade e compaixão nas crianças é dá-las a responsabilidade (compartilhada) de cuidar de algum ser vivo, seja ele uma planta ou um animal. O estímulo de olhar com carinho para o meio ambiente e a natureza é extremamente importante para um crescimento mais saudável e consciente em relação às questões sustentáveis, que fazem parte de um compromisso de toda sociedade.

3. Incluir a criança nas tarefas domésticas

Pode ser uma boa ocasião para incentivar a participação das crianças em pequenas tarefas domésticas: guardar os alimentos após a refeição, alcançar os temperos para quem está cozinhando, lavar a salada. Esses exercícios, além de desenvolver a autonomia e independência, proporcionam um senso de responsabilidade com os cuidados da casa.

4. Manter uma rotina

Tudo mudou! E, claro, a rotina das crianças precisa ser adaptada. Mas isso não é motivo para que não se tenha rotina. Estabelecer horários é importante, tanto para manter a criança regulada em relação a estudo, alimentação e sono, bem como para fomentar a disposição e evitar desânimo. Uma dica é utilizar planners e quadros de incentivo ou rotina

5. Incentivar o exercício físico

Vale tudo! Ginástica, esporte, meditação, alongamento, dança. É fundamental fazer com que a criança gaste energia e alivie o estresse. Além disso, esse tipo de atividade também auxilia no sono, diminuindo a ansiedade e causando uma sensação de exaustão saudável. Quem sabe criar uma coreografia da música preferida?

6. Conversar sobre os sentimentos

Como já falado, o momento é de conversa constante. Não basta um diálogo isolado, ele precisa ser frequente. Até porque, quanto mais houver incentivo, mais fácil será para a criança se expressar e falar sobre seus sentimentos e angústias. Existem mecanismos que podem ser interessantes para ajudar nesse processo, como o Pote da Calma, o Pote da Gratidão ou o Imã Dentro de Mim

7. Alimentar as amizades

Apesar de afastadas do convívio presencial, as crianças podem – e devem – manter contato digital. Felizmente, hoje em dia é possível realizar uma videochamada entre os colegas de turma, ou com os avós que estão isolados. É imprescindível manter e, quem sabe, até intensificar, os vínculos afetivos da criança. 

Quando pedir ajuda?

Sempre que não houver sinais de melhora. A saúde mental, em meio ao isolamento social, de fato fica muito comprometida. No entanto, se os pais se empenham para buscar meios de incentivar e ajudar as crianças, e mesmo assim não há uma reação positiva, talvez seja o momento de procurar ajuda profissional – para os pais, e para as crianças. É preciso lembrar que as emoções dos filhos, muitas vezes, são reflexo das emoções dos pais. 

Ei, pai/mãe! Não se cobre tanto!

A situação é nova para todos, inclusive para os pais. Portanto, não é o momento de cobrança. É uma fase de novas descobertas e reflexões. Tudo bem não saber exatamente como lidar com o “novo normal”: ninguém sabe. Em matéria de isolamento, somos todos crianças em processo de aprendizado. Se permitir também faz parte do processo. O importante é estar atento e procurar ajuda, sempre que necessário. 

Juliana Martins
Psicóloga | Mãe da Duda | Criadora da BBDU

Burnout na infância: seu filho está esgotado?

Falta de ânimo, sensação de esgotamento constante, insegurança, pessimismo, desmotivação, vontade de isolamento… Dificilmente você relacionaria esses sintomas a uma criança. Afinal, infância nos remete a muita energia, curiosidade e vontade de explorar. No entanto, a Síndrome de Burnout, distúrbio psíquico marcado pela sensação de exaustão, tensão emocional e estresse crônico, gerado à dedicação excessiva ao trabalho ou ao cuidado com os filhos (Mommy Burnout), tem aparecido também entre os pequenos. O burnout na infância se relaciona, principalmente, a rotina sobrecarregadas e cobranças exageradas. Mas como identificá-lo e tratá-lo?

Seu pequeno está esgotado?

A síndrome de burnout em crianças é resultado, geralmente, de níveis elevados de estresse ou frustração durante um longo período de tempo. Sendo esse um sinal para reduzir o ritmo e rever o dia a dia do pequeno. Para isso, é fundamental que pais e professores estejam atentos aos sinais que indicam burnout na infância de alunos e filhos.

Confira, a seguir, alguns desses sintomas, 5 sinais que podem indicar burnout na infância:

  1. O pequeno costumava chegar em casa empolgado, fazer as tarefas e contar em detalhes sobre seu dia. Agora, é preciso lembrá-lo de suas responsabilidades e não se abre mais. É preciso insistir para que conte sobre o dia e mesmo assim ainda reclama.
  2. Tristeza, cansaço e desmotivação passam a ser uma constante. Queixa-se regularmente e encontra desculpas para evitar o convívio social, mesmo eventos que antes se empolgava para ir, como aniversários dos amigos da escola, por exemplo.
  3. A segurança e confiança são substituídos por ansiedade e, por vezes, medo. Em dias de prova, chora ao estudar e tem dificuldades para dormir.
  4. A postura de positividade e animação é substituída por impaciência, irritação, cansaço, incômodo constante, questionando e criticando tudo.
  5. Antes costumava se dedicar aos estudos e obtinha bons resultados. Agora, tem dificuldade para se concentrar e o rendimento escolar tem caído.

By Luciana Tisser

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Alfabetização em casa

Temos recebido diversos relatos de pais e mães que estão sofrendo com a alfabetização dos filhos neste ano de pandemia e aprendizado online.

Então, resolvemos escrever sobre este assunto e dar algumas dicas que podem ajudar quem tem criança em casa nessa fase. Antes de tudo é importante entender os três níveis evolutivos desta fase, descritos pela literatura, são eles: Nível pré-silábico, nível silábico e nível alfabético.

O nível pré-silábico é quando a criança não estabelece relações entre a escrita e a pronúncia, é como se a criança desenhasse as letras. Sua expressão é através do desenho, rabiscos e letras usadas aleatoriamente.
Neste nível a criança não percebe ainda que as letras tem relação com os sons da fala, ela sabe que se escreve com símbolos e ainda não relaciona tais símbolos (letras) com os sons.

Dicas do que pode ajudar quando a criança está nesse nível:

– Use a letra de imprensa maiúscula (de forma ou bastão) que favorece a percepção das unidades sonoras e diminui o esforço e as dificuldades psicomotoras.

– Use palavras que tenham significado para criança, como seu nome por exemplo, ela terá mais interesse em aprender.

– Faça crachás com os nomes das pessoas da casa e faça uma brincadeira onde todos usam seus crachás por um tempo (lembre-se de usar letra de forma).

O nível silábico é quando a criança descobre a lógica da escrita, percebendo a correspondência entre a representação escrita das palavras e os sons das letras, mas pensa que cada letra é uma sílaba oral, ou seja, usa ao escrever uma letra para cada emissão sonora (cada sílaba).

Este nível deve ser uma construção da criança e o treino descontextualizado e mecânico das sílabas não vai ajudar. O que vai auxiliá-la são atividades que a ajudem a perceber a estabilidade da escrita convencional, no confronto com palavras já conhecidas (nomes dos colegas, produtos).
Quando a criança lê o que escreveu percorrendo a palavra com o dedo percebe que sobram letras (hipótese pré-silábica) ou faltam (hipótese silábica), facilitando a construção da hipótese alfabética.

Dicas do que pode ajudar quando a criança está nesse nível:

– Fazer placas para identificar as portas dos cômodos da casa (lembre-se de usar letra de forma);

– Etiquetar objetos da casa (lembre-se de usar letra de forma);

– Deixar disponível para crianças jogos com letras (na BBDU temos os imãs do alfabeto que facilitam muito 😊)

– Fazer listas e ditados variados. Uma boa ideia pode ser fazer uma receita com a criança e envolvê-la na escrita lista de ingredientes.

– Brincar de forca (na BBDU temos o giz líquido que pode ser usado em espelhos e vidros e como tem cores vibrantes as crianças amam e rola brincadeira de forca até quando estão andando de carro)

– Usar caça palavras e cruzadinhas (elas já são vendidas com o indicativo de idade)

O nível alfabético é quando a criança compreende a organização e o funcionamento da escrita e começa a perceber que cada sílaba (emissão sonora) pode ser representada, na escrita, por uma ou mais letras. A base alfabética da escrita se constrói a partir do conflito criado pela impossibilidade de ler silabicamente a escrita padrão (sobram letras) e de ler a escrita silábica (faltam letras).
Neste nível, a criança, embora já alfabetizada, escreve ainda foneticamente (como se pronuncia), registrando os sons da fala, sem considerar as normas ortográficas da escrita padrão e da segmentação das palavras na frase. E tudo bem, não é hora ainda de corrigir ortografia, isso só deixará a criança insegura!

Dicas do que pode ajudar quando a criança está nesse nível:

– Ler livros com a criança, pode ser ela lê uma página e você outra e depois ir aumentando a parte dela.

– Brincar de forca, cruzadinhas e palavras cruzadas continuam sendo uma ótima ideia

– Pedir ajuda para ela fazer a lista do supermercado

– Registrar o que ela fez nos três turnos em uma tabela

– Desenhar um outro início, meio ou final para a história (aqui não estamos trabalhando a escrita, mas a leitura e compreensão de texto)

Enfim, acreditamos que entender os níveis evolutivos de seu filho e propor exercícios e brincadeiras que respeitem sua etapa evolutiva é fundamental para ajudá-lo em sua alfabetização, pois ele se sentirá seguro ao conseguir corresponder ao que é proposto.
E, acima de tudo, lembre-se que este é só mais um ano, o que não for possível aprender tudo bem! O mundo inteiro está nesta situação e os currículos escolares precisarão se adaptar para considerar este ano atípico e os aprendizados possíveis.

Dica final: Recentemente disponibilizamos em nosso site a coleção Abremente Maísculas, Minusculas, Cursiva e Números, pensada especialmente para crianças no processo de alfabetização e que podem ser mais uma opção para estimular os pequenos e que ensina brincando.

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3 dicas para lidar com a ansiedade

Tá chegando? Vai demorar? Tá na hora? Enquanto cresce, a criança experimenta situações novas o tempo inteiro. Isso é mais do que suficiente para ela criar muita expectativa, às vezes até demais. Como ajudar a criança a lidar com a ansiedade?

Veja 3 dicas que podem ajudar seu filho a lidar com a ansiedade:

1. Brincar de relaxar
Quando a ansiedade parece estar demais, o relaxamento pode ser o melhor caminho. Portanto, ensinar a criança um técnica simples de respiração ajuda bastante a lidar com a ansiedade. Peça para ela respirar fundo por alguns instantes, pensando em coisas boas ou em algum lugar que traga tranquilidade (pode ser a praia, um passeio, etc). Essa técnica ajuda a reverter sensações desconfortáveis e a acalmar a mente.

2. Treinamentos
Se a criança tem medo de elevador, não precisa pegar escada com ela. Segurar a mão dela e manter tranquilamente o trajeto até o andar certo pode funcionar. Assim, fica a mensagem: se sentir ansioso é normal, mas não é preciso evitar algo por conta disso. Sem confrontar, sem evitar, e respeitando o tempo de cada criança, reduz-se as chances da ansiedade ir além do normal e causar alguma fobia.

3. Conversa
A melhor maneira de ajudar o seu filho é reconhecer o que está acontecendo. Falar sobre seus sintomas e sobre situações que os causam pode ser um bom começo. Da mesma forma, explicar a importância e a função da ansiedade também ajuda. Outro jeito de abrir espaço para esse diálogo é falar sobre suas próprias preocupações e como você foi capaz de superá-las. Acima de tudo, é sempre importante escutar o que seu filho tem a dizer.

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5 dicas para estimular a leitura

Estudos comprovam que a ler ajuda a desenvolver o cérebro, ter melhor desempenho acadêmico e até mesmo a criar uma sociedade mais igualitária. Estimular crianças a tomar gosto pelos livros é uma missão importante de pais e educadores.

Separamos 5 dicas para estimular a leitura em casa:

1. Seja exemplo: Como a leitura é um ato cultural, é importante que os adultos desenvolvam esse hábito para que a criança também aprenda a desenvolver.

2. Desligue a televisão: A TV desligada também gera um espaço vazio físico e psíquico para a leitura.

3. Crie um momento de leitura: Use momentos em família para atualizar a leitura. Você com seus livros, as crianças com os delas e conversem sobre o tema.

4. Ofereça diferentes tipos de texto: Pode gerar certa insegurança, não há problema em deixar que crianças leiam conteúdo destinado a diferentes faixas etárias. São tipos de texto que podem gerar muito conhecimento para a criança. Certamente cabe o bom senso, não é para oferecer um livro de física quântica avançada nem nada improprio para menores.

5. Respeite o gosto do leitor: Na hora de oferecer novos títulos, é importante conhecer a criança. Observe-a, investigue seus interesses. Acertar na hora de indicar um livro pode garantir que o pequeno se apaixone pela leitura.

Conheça os livros infantis indicados por idade:
De 1 a 2 anos
De 3 a 4 anos
De 5 a 6 anos
De 7 a 8 anos
De 9 a 10 anos
Acima de 11 anos

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Como ajudar seu filho a manter o foco nos estudos

Saiba de que forma você pode ajudar seus filhos a melhorar a concentração nos estudos e até mesmo em outras situações. Confira! 

Uma das características mais marcantes da Geração Z é sua habilidade inata de trabalhar em “modo multitarefa”: se os pais permitirem, eles não hesitam em tentar fazer o dever de casa ao mesmo tempo em que assistem à televisão, conversam com os amigos pelo smartphone e jogam algum game no computador. 

Ainda assim, tem hora em que é preciso parar para dedicar toda a atenção a um só afazer. Essa talvez seja uma capacidade que os pais têm de ensinar a esses filhos tão conectados e, simultaneamente, com tantas dificuldades em focar. 

Organize o ambiente de estudos: Se até para os adultos é difícil manter-se focados em um lugar cheio de estímulos — das notificações no celular à bagunça e outras distrações —, para as crianças, os obstáculos podem ser ainda maiores. Afinal, elas não têm a mesma consciência da importância de seus afazeres. 

Para ajudar seu filho, então, defina junto a ele um local específico para estudar: pode ser sua escrivaninha, uma mesa no escritório, um cantinho no quarto ou na sala, ou outro espaço confortável em que ele se concentre, desligando-se do mundo exterior. 

É importante também que esse espaço esteja sempre arrumado e livre de distrações, pelo menos durante o horário dedicado ao estudo. 

Ensine-o a conciliar trabalho, descanso e lazer: Aprender a focar em uma única tarefa é extremamente importante para o desenvolvimento do seu filho. No entanto, não se esqueça de que ninguém consegue manter o mesmo nível de atenção durante muito tempo, por isso as pausas também são essenciais! 

Ensine seu filho a observar o próprio ritmo para que ele perceba em que momento precisa de um intervalo. Quando ficar difícil manter o foco, parar por 5 minutos para dar uma volta com o cachorro, assistir a um vídeo ou fazer um lanche pode ajudá-lo a render muito mais. 

Além disso, o autoconhecimento, bem como outras habilidades socioemocionais, também contribuem para que a criança aprenda a lidar com prazos, obrigações e o estresse da vida escolar sem que seu desempenho nos estudos seja prejudicado. 

Dinamize os métodos de estudo: Da mesma forma que uma pausa revigorante faz parte de como melhorar a concentração, variar o método usado também pode ajudar a trazer novo fôlego para qualquer atividade. 

Assim, permita que seu filho estude tanto pelos livros e deveres de casa quanto pelo computador, assistindo a videoaulas, jogando games educativos e até discutindo com os colegas e amigos. Essa dinamização contribuirá para que ele ganhe autonomia nos estudos e ainda enriqueça seu aprendizado. 

Estimule a prática de atividades físicas e os cuidados com o sono: Uma das causas mais comuns da falta de atenção entre jovens e adultos é o mal-estar físico causado tanto pelo sedentarismo quanto pela deficiência de sono. 

Felizmente, a solução é simples: praticar esportes ajuda a gastar a energia que nos impede de focar e ainda contribui para que tenhamos noites melhores, eliminando o risco de cochilar em cima dos livros ao mesmo tempo em que aumenta nossa qualidade de vida. O hábito de exercitar-se e dormir bem é extremamente positivo para jovens e adultos! 

Confira abaixo alguns instrumentos que a BBDU criou para auxiliar você nesta organização dos estudos e foco das crianças nas tarefas: 

Para organizar: 

– Reloginho tá na hora de que? 

– Bloco de priorização de tarefas 

– Organizador pessoal magnético: Clips de priorização 

– Planner agendinhaPlanner agenda semanal 

– Quadro de atividades e Rotinas, meu mural de atividades 

Para acalmar e focar: 

– Pote da Calma 

– A Vela e a Flor 

Dicas da Odontopediatra: Chupeta – Oferecer ou não ao bebê?

Continuando a falar sobre o primeiro ano de vida e na tentativa de abordar todos os tópicos relativos à saúde bucal do bebê seria impossível deixar de fora este assunto tão polêmico. O uso da chupeta é discutido por pediatras, odontopediatras, psicólogos, fonoaudiólogos, nutricionistas, sendo defendido por uns e abolido por outros.
Na nossa opinião, como quase tudo na vida (!), temos um lado positivo e um negativo. Ainda mais que, dependendo da maneira que for utilizada, pode ser benéfica ou trazer prejuízos. Ou seja, a mesma chupeta que pode deixar os dentes e/ou a mordida torta, pode atrapalhar na fala e na amamentação, pode também acalmar e dar segurança ao bebê.
Neste sentido, optamos por listar itens na tentativa de abordar de forma mais dinâmica e completa este assunto:

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Tecnologia, vilã ou aliada?

Sabemos que sem controle e cuidado, ela pode ser uma grande vilã nas mãos dos pequenos, mas na situação atual ela poderá ser uma grande aliada para as famílias em afastamento social, principalmente as crianças.

Somos seres sociais, precisamos uns dos outros e a sensação de não podermos estar juntos e nem nos vermos é um dos grandes causadores de ansiedade. Para as crianças então que estão “presas” dentro de casa sem gastar tanta energia, isso pode ser ainda mais difícil. Então, neste período, pode ser uma boa ideia liberar mais do que se liberava antes o uso de jogos online, whatsapp e vídeo conferências, claro tudo seguindo as mesmas regras de supervisão, tão faladas e tão importantes, mas permitindo que as crianças tenham contato com seus colegas.

Outra alternativa, é o uso do telefone, faça ligações para os colegas, uma por dia que seja, para que eles possam manter uma interação com os amigos. Se você tem vizinhos, a janela também pode ser uma alternativa. Mas não esqueça de colocar em sua rotina um espaço para interações sociais, pois o contato social está proibido, as interações não.

Vamos usar a criatividade e todos os recursos que temos a nosso dispor para fazer deste tempo de afastamento social o melhor que ele pode ser.
E lembre-se sempre, tudo passa, isso também vai passar.

Texto: Juliana Martins | Psicóloga | Criadora da BBDU

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Como organizar a rotina com as crianças em casa em tempos de COVID-19?

Com o cancelamento das aulas, as crianças estão em casa. Muitas famílias contavam com o apoio dos avós em períodos sem aulas, mas essa convivência deve ser evitada. Muitas pessoas que contavam com o apoio de domésticas e babás, também precisaram liberá-las.
Mistura isso tudo e soma-se o fato de que muitos pais e mães precisam trabalhar em Home Office. O que fazer? Como gerenciar todos estes aspectos e ainda administrar a ansiedade que está nas alturas?
Não temos todas as respostas, mas acreditamos que estabelecer uma rotina pode ajudar muito nesta hora, por isso criamos um Planner em PDF para você se organizar melhor nestes dias e preparamos algumas dicas de atividades e sugestões de como organizar os dias.
Antes de tudo, saiba que você não é responsável por entreter a criança 100% do tempo, se até hoje seu filho sempre demandou muito de você para tudo, aproveite o momento para ensiná-lo a brincar um pouco sozinho e estimular a autonomia. Se seu filho sempre brincava sozinho porque você nunca tinha tempo, aproveite este tempo para criarem momentos para vocês.


O que é importante estar presente na rotina da criança:

  • Tempo para a criança gastar energia (exercícios físicos, circuitos em casa, esteira ou subir e descer escada (para quem tem).
  • Tempo de estudo, intercalado com outras atividades
  • Tempo para a criança falar com outras crianças e com a família – para isso use e abuse da tecnologia
  • Tempo para criança ajudar nas tarefas domésticas conforme sua idade.
  • Tempo para criança brincar sozinha
  • Tempo para família brincar junta, aqui uma boa ideia pode ser ter um tempo com o pai, um tempo com a mãe e tempo para todos.
Solicite no Whatsapp da BBDU (51 99143-3568) o modelo do planner para você preencher com sua rotina.

Algumas sugestões de materiais que as empresas estão disponibilizando para este momento:
Faber Castel: Acesso gratuito a todos os cursos de sua plataforma online, clique aqui.


Romero Brito: Livro para colorir – é só fazer download ou solicitar o PDF no nosso whats e sair colorindo. Depois é só compartilhar sua arte com as marcações @RomeroBritto e usar #HappyArtBritto!


Opções de Contação de Histórias:
Algumas contadoras as de histórias estão fazendo lives no Instagram, aqui vão algumas que encontramos:

  • @Fafaconta
  • @carollevy
  • @marinabastoshistorias
  • @camila.genaro

BBDU: A BBDU disponibilizou diversos pdf’s gratuitos para te auxiliar e ajudar no desenvolvimento dos pequenos, clique aqui e faça download .

Outras dicas:
Não fique vendo os canais de notícias na frente das crianças, isso não vai ajudar ninguém, separe 1 hora para se informar e depois veja outras coisas, outros assuntos.
Que tal aproveitar o momento para aprender técnicas de meditação e Ioga? Em tempos como estes podem fazer bem para toda família, existem diversos professores disponibilizando cursos online.
Mantenha a casa sempre bem arejada e deixe o sol entrar! O sol é uma grande fonte de energia e motivação para todos nós.
E fique conectado com a BBDU, vamos postar conteúdo em nossas redes e disponibilizar materiais gratuitos para fazer que estes dias em casa sejam vividos de forma mais leve, divertida e feliz.

Conte conosco!

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