Burnout na infância: seu filho está esgotado?

Falta de ânimo, sensação de esgotamento constante, insegurança, pessimismo, desmotivação, vontade de isolamento… Dificilmente você relacionaria esses sintomas a uma criança. Afinal, infância nos remete a muita energia, curiosidade e vontade de explorar. No entanto, a Síndrome de Burnout, distúrbio psíquico marcado pela sensação de exaustão, tensão emocional e estresse crônico, gerado à dedicação excessiva ao trabalho ou ao cuidado com os filhos (Mommy Burnout), tem aparecido também entre os pequenos. O burnout na infância se relaciona, principalmente, a rotina sobrecarregadas e cobranças exageradas. Mas como identificá-lo e tratá-lo?

Seu pequeno está esgotado?

A síndrome de burnout em crianças é resultado, geralmente, de níveis elevados de estresse ou frustração durante um longo período de tempo. Sendo esse um sinal para reduzir o ritmo e rever o dia a dia do pequeno. Para isso, é fundamental que pais e professores estejam atentos aos sinais que indicam burnout na infância de alunos e filhos.

Confira, a seguir, alguns desses sintomas, 5 sinais que podem indicar burnout na infância:

  1. O pequeno costumava chegar em casa empolgado, fazer as tarefas e contar em detalhes sobre seu dia. Agora, é preciso lembrá-lo de suas responsabilidades e não se abre mais. É preciso insistir para que conte sobre o dia e mesmo assim ainda reclama.
  2. Tristeza, cansaço e desmotivação passam a ser uma constante. Queixa-se regularmente e encontra desculpas para evitar o convívio social, mesmo eventos que antes se empolgava para ir, como aniversários dos amigos da escola, por exemplo.
  3. A segurança e confiança são substituídos por ansiedade e, por vezes, medo. Em dias de prova, chora ao estudar e tem dificuldades para dormir.
  4. A postura de positividade e animação é substituída por impaciência, irritação, cansaço, incômodo constante, questionando e criticando tudo.
  5. Antes costumava se dedicar aos estudos e obtinha bons resultados. Agora, tem dificuldade para se concentrar e o rendimento escolar tem caído.

By Luciana Tisser

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3 dicas para lidar com a ansiedade

Tá chegando? Vai demorar? Tá na hora? Enquanto cresce, a criança experimenta situações novas o tempo inteiro. Isso é mais do que suficiente para ela criar muita expectativa, às vezes até demais. Como ajudar a criança a lidar com a ansiedade?

Veja 3 dicas que podem ajudar seu filho a lidar com a ansiedade:

1. Brincar de relaxar
Quando a ansiedade parece estar demais, o relaxamento pode ser o melhor caminho. Portanto, ensinar a criança um técnica simples de respiração ajuda bastante a lidar com a ansiedade. Peça para ela respirar fundo por alguns instantes, pensando em coisas boas ou em algum lugar que traga tranquilidade (pode ser a praia, um passeio, etc). Essa técnica ajuda a reverter sensações desconfortáveis e a acalmar a mente.

2. Treinamentos
Se a criança tem medo de elevador, não precisa pegar escada com ela. Segurar a mão dela e manter tranquilamente o trajeto até o andar certo pode funcionar. Assim, fica a mensagem: se sentir ansioso é normal, mas não é preciso evitar algo por conta disso. Sem confrontar, sem evitar, e respeitando o tempo de cada criança, reduz-se as chances da ansiedade ir além do normal e causar alguma fobia.

3. Conversa
A melhor maneira de ajudar o seu filho é reconhecer o que está acontecendo. Falar sobre seus sintomas e sobre situações que os causam pode ser um bom começo. Da mesma forma, explicar a importância e a função da ansiedade também ajuda. Outro jeito de abrir espaço para esse diálogo é falar sobre suas próprias preocupações e como você foi capaz de superá-las. Acima de tudo, é sempre importante escutar o que seu filho tem a dizer.

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Como identificar que uma criança ou adolescente está sofrendo Bullying escolar?

O bullying na escola, infelizmente, faz parte da realidade de muitas instituições e os esforços para combatê-lo são enormes.

Normalmente, em casos de bullying escolar, as vítimas se sentem acuadas e não contam para seus pais ou professores sobre a violência que sofrem. Isso acontece, principalmente, porque a  maioria sofre ameaças dos agressores para que fiquem em silêncio, além de se sentirem culpados e de não quererem parecer covardes.

Por isso é muito importante que diretores, professores e principalmente os pais das crianças e adolescentes estejam atentos. Os sinais mais comuns são:

tristeza e irritabilidade;

falta de vontade ou medo de ir à escola;

faltas frequentes;

queda de rendimento na escola;

isolamento ou poucas amizades;

irritabilidade;

perda de apetite e insônia;

Esses são apenas alguns sinais que podem ser apresentados. Portanto, é preciso que as escolas e pais estejam atentas aos possíveis sintomas.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

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Ansiedade na adolescência

A ansiedade é um transtorno que vem crescendo consideravelmente nos últimos anos e os jovens não estão imunes a esse problema que tanto atinge a saúde e a qualidade de vida das pessoas. São vários os motivos que podem levar o adolescente a desenvolver o transtorno de ansiedade, como a convivência familiar, pressão escolar e a aceitação em grupos sociais. Para que os pais fiquem atentos, segue alguns dos sintomas apresentados pelos jovens do dia a dia:

Preocupação excessiva
O adolescente costuma ficar muito incomodado com o que as outras pessoas podem estar achando dele. Isso leva a uma autocobrança muito intensa. O jovem passa a acreditar que não é bom o suficiente em vários aspectos e isso acaba levando a baixa autoestima e um afastamento natural do círculo de amigos e até mesmo dos familiares.

Receio das interações sociais
Esse sintoma é um dos mais recorrentes em casos de ansiedade na adolescência. Isso porque nesta fase da vida a opinião dos outros, principalmente de outros jovens da mesma faixa etária, acaba sendo muito importante para o adolescente. Quando há um transtorno de ansiedade, as interações sociais acabam se tornando um verdadeiro martírio.

Inquietação emocional
Situações comuns como ir para o curso sozinho ou visitar um amigo acabam se tornando angustiantes para o adolescente. Essa sensação deixa o jovem mais irritado e compromete a sua concentração.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

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Um pouco de mágica para acalmar

BBDU_073Já falamos aqui sobre o Pote da Calma, logo que começamos a trabalhar com ele na BBDU. De lá para cá já tivemos vários feedbacks e histórias para contar, por isso decidimos falar dele novamente e o que aprendemos neste tempo.
Ele já foi muito falado nas redes sociais e é muito fácil de fazer. Baseado no método de Maria Montessori, ele ajuda as crianças a ficarem tranquilas para conseguirem escutar o que os pais ou os professores têm a dizer. O Pote da Calma é utilizado nos momentos em que as crianças precisam de alguns minutos para se acalmar. Continuar a ler

Aprendendo a Ficar Longe

viagem

Hoje em dia é muito comum que um dos pais tenha uma vida profissional em que precise ausentar-se. A realidade se impõe e a busca pelo crescimento profissional é constante. O fato de ter que permanecer longe de um filho, especialmente se for pequeno, pode gerar muito sofrimento, tanto para o adulto quanto para a criança. As mães costumam sofrer muita pressão quando são elas que precisam se ausentar, pois culturalmente, é mais esperado que as mães fiquem em casa cuidando de seus filhos do que deleguem esta tarefa a alguém. Portanto, é necessária a colaboração de toda família para que esta ausência não seja traumatizante. Continuar a ler