Dicas para adaptação em uma nova escola

Mudar de escola sempre é algo que pode acontecer. Para muitas crianças, essa mudança pode ser dolorosa e é preciso que os pais dêem uma “ajudinha” para facilitar a adaptação escolar.

Sendo assim, segue abaixo algumas dicas para ajudar seu filho com a adaptação na escola:

1.            Faça a mudança parecer gradual

Antes da mudança em si, já comece a conversar com seu filho sobre a nova escola. Façam juntos o futuro caminho até ela. Se a nova escola for em uma nova cidade, aprendam juntos sobre ela.

2. Atenção à rotina!

A rotina é uma das percepções mais importantes dos pequenos. Para crianças mais novas, é importante que ela seja o menos afetada possível.

A rotina proporciona conforto e segurança. Se um ambiente novo é introduzido em uma rotina já conhecida, o impacto percebido é bem menor.

Para crianças um pouco mais crescidas, o mais importante é envolvê-las em todos os processos, seja arrumar a mochila para a nova escola até separar o uniforme novo no dia anterior.

3. Transforme a “hora de dar tchau”

O momento crucial durante a adaptação a uma nova escola é a despedida em si. Mostrar confiança na nova escola, em seus educadores e na decisão de mudança é algo que a criança percebe.

Deixe bem claro que essa situação não é deixar algo para trás, mas a oportunidade de encontrar coisas pela frente: novos amigos, novas brincadeiras, novas aventuras.

Essas atitudes são fundamentais também no último dia da escola antiga: converse com todos para transformar o “Que pena que você está indo embora” por “Boa sorte nessa nova aventura!”.

4. Demonstre interesse

Se mostrar interessado pelo novo ambiente demonstra segurança à criança.

Faça perguntas variadas ao seu pequeno, principalmente referente ao tema que pareceu deixa-lo mais animado ao responder.

Outra coisa importante: preste bastante atenção às respostas evasivas ou quando a pergunta não tem resposta alguma. Aí podem estar os pontos problemáticos da experiência da criança na nova escola.

5. Não associe a escola a algo ruim

A experiência dos pequenos com a escola pode até ser boa, mas pequenas associações ao longo do tempo podem mudar esse time que já está ganhando.

Já ouviu algum pai/mãe usar aquela antiga ameaça diante de uma birra na saída da escola: “Se você continuar fazendo birra, vou te deixar aqui”. Percebeu que assim a escola vira um castigo?

Uma outra coisa que pode ter efeitos negativos é associar elementos ligados à experiência de ir à escola com castigos ou punições.

O mais importante, no entanto, é sempre proporcionar em casa um ambiente de segurança e acolhimento, em que a criança possa se expressar e que as mudanças internas decorrentes das mudanças externas possam ser apresentadas e, caso positivas, cultivadas ou, caso negativas, trabalhadas.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

A importância dos vínculos afetivos na primeira infância

A fase de desenvolvimento infantil é reconhecida como uma importante janela de oportunidades para o investimento no desenvolvimento das potencialidades da criança. Logo, estímulos, cuidado e muito afeto serão super bem-vindos. Para o bebê e a criança pequena a criação de vínculo afetivo, seja com a mãe ou outro adulto que a represente, é fundamental.

É por meio das trocas de afeto que a criança desenvolve suas primeiras relações, aprende a interagir, a se comunicar e também inicia a capacidade de desenvolver empatia. Dessa forma, vínculos afetivos são de extrema importância para os pequenos.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

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📍 Av. Cristóvão Colombo 100 sala 301

Como ajudar seu filho a manter a qualidade no sono

Dormir bem é de extrema importância para a saúde das crianças, sendo algo necessário para o seu desenvolvimento e crescimento saudável.  Diz o professor Russell Foster, responsável pela cadeira de Neurociência Circadiana e chefe do Instituto Circadiano de Sono e Neurociência da Universidade de Oxford: “O sono é o nosso comportamento de saúde mais importante”, “ele afeta tudo, do nosso funcionamento no dia-a-dia à nossa saúde física e mental de longo prazo”, disse Foster ao HuffPost UK Lifestyle. Dessa forma, como ajudar os pequenos a dormir melhor e adquirir bons hábitos para uma boa noite de sono? Confira os passos a seguir:

1.           Desacelere

Se seu filho vai dormir às 19h30, a casa toda precisa desacelerar a partir das 18h30. Coloque um jazz, abaixe a luz – a ideia é sinalizar para o seu filho que o sono está chegando.

2.           Crie uma rotina

Organize as atividades que precedem o sono e repita esse padrão diariamente. Dessa forma, isso ajuda o cérebro da criança a se preparar para o momento de dormir e facilita a indução do sono. Exemplo: contar uma historinha antes de dormir.

3.           Ambiente favorável

Mantenha um ambiente favorável para uma boa noite sono. Você pode, por exemplo, colocar músicas de relaxamento no quarto para ajudar a acalmar a criança, caso o ambiente esteja com muito barulho.

4.           Desligue as telas

Recomenda-se que as crianças fiquem longe da TV ou do iPad pelo menos uma hora antes de dormir. Esses aparelhos interrompem seus ritmos circadianos naturais e suprimem a liberação de melatonina, hormônio que ajuda a adormecer.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

Quando procurar um psicólogo para seu filho?

Quando falamos em saúde, pode ser comum pensarmos somente no campo físico e esquecermos do emocional. Acontece que nossa saúde mental também precisa de atenção e cuidados.

Fazer terapia ajuda a lidarmos com as frustrações da vida cotidiana, além de manter o bem-estar mental para, assim, alcançar uma vida equilibrada e feliz.

Quando procurar a terapia?

Períodos de stress, luto, incertezas, tristezas e conflitos fazem parte da vida de todos. Justamente por isso que é um pouco difícil perceber quando a situação exige a ajuda de um profissional. Conheça a seguir alguns sinais que indicam que é a hora certa de procurar um psicólogo e iniciar uma terapia.

•  Quando estou com problemas emocionais

•  Quando procuro autoconhecimento e equilíbrio emocional

•  Em casos de separações, lutos, perdas ou mudanças

•  Se estou passando por uma situação traumática

•  Sentimentos constantes de tristeza, ansiedade, estresse, raiva, desânimo

•  Se estou com problemas em meu relacionamentos

•  Se estou com alguma doença psiquiátrica, como depressão, ansiedade, fobias, compulsão.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

Sugestões de atividades e jogos infantis para a memória

Exercitar a memória, além de ser muito importante para a aprendizagem, também pode ser muito divertido! Uma poesia, cantiga de roda, jogo ou canção infantil podem ser ótimas maneiras de estimular a memória dos pequenos. Quem exercita a memória também compreende melhor as coisas, os fatos e os acontecimentos. Portanto, não restam dúvidas do quanto a memória está presente em todo o processo de aprendizado!

Dessa forma, Segue aqui 4 dicas de atividades que ajudam a estimular a memória das crianças. Confira:

1. Jogo da Memória

Este jogo já é um clássico super divertido que faz sucesso entre os pequenos. Além de ser uma forma super legal de estimular a memória, vocês podem escolher um jogo com diferentes imagens, com os personagens favoritos do seu pequeno, ou até reinventar a brincadeira e fazer o próprio jogo em casa, com números ou continhas matemáticas, por exemplo.

2. Lembrar o Dia

Outra dica é combinar com seu pequeno de toda noite, antes de dormir, vocês conversarem e cada um contar como foi o seu dia, relembrando tudo o que aconteceu. Além de ser um bom exercício de memória, o momento funciona para viver de novo as boas emoções do dia e fortalecer o vínculo entre vocês!

3. Cantigas

Além de serem importantes fontes de folclore e diferentes culturas, as cantigas estimulam a criatividade, a imaginação e a memória das crianças com danças e letras simples, curtas e fáceis de memorizar!  Então, que tal relembrar e compartilhar com seu pequeno suas cantigas favoritas?

4. O Que Tinha Aqui?

Esta é uma atividade simples e divertida! Basta colocar vários objetos em cima da mesa, pedir para que seu pequeno observe por um tempo os objetos, com atenção. Depois, retire todos os objetos da mesa e peça para que a criança se recorde de tudo que estava lá! Você também pode recolocar os objetos na mesa, deixando um ou dois de fora para que o pequeno tenha que descobrir qual objeto não está mais lá!

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

Dicas para lidar com os terrible twos

Os terrible twos, que acontecem entre 1 ano e meio e 3, tem seu auge nos 2 anos de idade. Fase em que a criança passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e sente uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si mesma. Isso faz com que os pequenos “se rebelem” e se oponham a todas as solicitações dos pais. Aí já viu, né? Tudo vira motivo para espernear, choramingar, se irritar e berrar. A tranquilidade de outrora é substituída por uma explosão de rebeldia e, ao mesmo tempo, o pequeno se desenvolve tão depressa, que você se pega o tempo todo surpreendida com os pequenos atos de autonomia ou frases e perguntas que deixam qualquer adulto encantado, de tanta fofura.

Seguem aqui algumas dicas para papais e mamães lidarem melhor com essa fase tão cheia de emoções e desafios!

4 dicas para lidar com os terrible twos

1.            Mantenha a rotina o mais estável possível

A chance de os pequenos ficarem irritados e explodirem em uma birra é maior quando eles estão cansados, com fome ou frustrados. Por isso, manter uma rotina saudável e regrada, diminui o estresse da criança de 2 anos. Esteja sempre prevenido(a) com lanchinhos e frutas na bolsa se e procure organizar o dia a dia de vocês para que seu pequeno não fique muito tempo sem dormir ou sem comer. Com certeza isso o deixará mais tranquilo e menos propenso a ter acessos de chilique!

2.            Explique com clareza e calma

Quando a criança ficar irritada por algum motivo, prefira conversar com calma. Claro, nem sempre isso é possível. Mas procure ser paciente e muito clara(o) no momento de lidar com alguma birra ou desobediência.

3.            Seja paciente

Por mais difícil que seja manter a calma, é muito importante tentar ser paciente. Entenda que essa fase é natural e que todas as crianças passam por isso para construir sua identidade.

4.            Não poupe carinhos, abraços e beijinhos Em alguns casos, a criança fica tão nervosa que machuca os outros e a si mesma. Nesse momento, uma opção que pode funcionar é abraçá-la, pegá-la no colo e confortá-la. Deixe claro que você entende que ela está sofrendo e que você está ali para ajudá-la. Faça carinho, dê beijinhos e deixe-a se acalmar.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

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Adaptação Escolar

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Costumo dizer que a adaptação escolar é um processo onde os pais e as crianças são afetados. No caso dos pais, não é fácil deixar o filho na escola pela primeira vez sozinho, essa escolha vem embutida de uma angústia e dúvida sobre a melhor escolha para o seu pequeno; no caso das crianças, principalmente as menores – que estão indo à escola pela primeira vez – há um medo do abandono, de que os pais não voltarão, e o medo do desconhecido, de estar em um ambiente novo, onde enfrentarão muitos desafios.
Trataremos aqui sobre duas situações que envolvem este processo: a primeira diz respeito à entrada da criança na vida escolar; a segunda é sobre uma possível mudança de escola. Há um ponto em comum nessas duas situações: a segurança dos pais.
Papais, entendam, independente da escolha que vocês fizerem, se vocês estão seguros, o filho de vocês também estará!
Essa segurança diz respeito, inclusive, ao momento de colocar a criança na escola. A entrada do filho na escola deve ser uma escolha dos pais, seja por uma necessidade familiar, ou para o próprio desenvolvimento da criança. Analise os motivos dessa escolha, não matricule seu filho na escola porque os priminhos da mesma idade dele já estão indo, ou por alguma “imposição da sociedade”.
Primeiramente, quem deve se adaptar a escola, são os pais, que devem estabelecer um vínculo de confiança e segurança com aquela instituição. É importante conhecer a escola, a equipe pedagógica, o método de ensino e observar o espaço físico para tomar uma decisão mais assertiva. Se ainda estiver com dúvidas, talvez seja melhor adiar um pouco esse momento.
A adaptação da criança acontece de diferentes formas, conforme a idade. Vou citar algumas aqui:
Bebês: O processo de adaptação nessa faixa etária deve ser tão cuidadoso como com crianças maiores, isso porque os bebês percebem e sentem tudo o que acontece ao seu redor, e podem reagir de diversas maneiras. Há bebês que apresentam perda de apetite ou mudanças de hábitos de sono, por exemplo. Nesse caso é interessante os pais ficarem com a criança na escola até perceber que o filho estabeleceu contato com algum adulto.
De 2 a 4 anos: Nessa fase a maior questão é a do abandono, isso porque a criança ainda não entende que os pais voltarão para buscá-la. Nesse caso, vale iniciar a adaptação um pouco antes do início das aulas, levar a criança para conhecer a escola, contar exatamente o que vai acontecer no período escolar, isso vai trazer a ela segurança. As crianças nessa idade podem ficar um tempo menor na escola, isso vai ajudá-la a entender que terá uma volta para casa. É importante também que os pais não atrasem quando forem buscar o filho.
Acima de 4 anos: Crianças com mais de 4 anos, geralmente, já entendem o que é escola e muitas vezes já desejam iniciar o processo da vida escolar. Ainda assim é válida uma conversa com a criança sobre o assunto, e leva-la para conhecer o ambiente onde ela irá estudar.
Outra questão importante é sobre a mudança de escola. Como eu disse, no início do texto, essa situação também pede segurança, por parte dos pais, e confiança para entender os motivos dessa mudança ou qual é o melhor momento para fazê-lo. Nesse caso, a visita ao colégio – junto com a criança – também é válida.
Também é importante observar a filosofia da escola; se a criança se dava bem no colégio antigo, talvez seja melhor colocá-lo em alguma escola que tenha uma metodologia parecida com a anterior. Se a mudança veio justamente porque ele não estava se desenvolvendo da maneira esperada, é importante observar cada ponto com cuidado, para saber o que é necessário mudar.
E lembre-se, a escola é uma parceira dos pais. Então, não tenha pressa com a escolha, e procure escolas que dialoguem com seus valores e com aquilo que você considera importante para o seu filho aprender.
E, aí, gostaram do texto?
Depois me contem como está sendo a adaptação na casa de vocês!
Um abraço, e até mês que vem!

Amanda Ferraz – Psicóloga parceira BBDU

amandafoliveira1@gmail.com

Como ajudar a volta às aulas ser tranquila e prazerosa para seu filho?

crianca-escola

As férias são um período de muita diversão para as crianças, onde podem brincar mais, visitar parentes, dormir até mais tarde, ou ir dormir mais tarde, muitas vezes fazer esportes diferentes e curtir mais a piscina ou a praia e embora elas possam estar com saudades dos colegas e da rotina, o retorno nem sempre é tranquilo, ou pelo menos devemos estar atentos ao fato de que as primeiras semanas serão de readaptação.
Então aqui vão algumas dicas de atividades, recursos e livros que podem ser usados desde aquelas crianças que não demonstram muito as emoções que surgem neste período até aquelas que demandam bastante dos pais e cuidadores nesta época.
– Envolva a criança na compra dos materiais ou se não precisar comprar nada, na organização do material escolar e uniformes. Faça este momento ser especial e valorize os momentos bons que virão pela frente.
– Se a criança mostrar algum tipo de preocupação com este início, já se antecipe. Existem livrinhos que falam sobre escola, sobre ficar longe dos pais e sobre medos, você pode ler alguns com a criança para ir conversando sobre estas emoções que podem surgir e juntos vocês já podem combinar formas de enfrentar. Alguns livrinhos sobre este tema que indicamos são: A Derrota dos Medos, Exageradalien, O Medo e seus Disfarces, Ata e Desata, e Não quero sair da bolsa.
– No primeiro dia de aula faça coisas especiais com a criança, procure estar com ela, ajudá-la organizar a mochila e se preparar, valorize as pequenas coisas, se possível faça um lanche especial (vale um bilhetinho no lanche também). Na BBDU criamos a Plaquinha para Fotografar: Primeiro Dia, ela é uma placa para registrar as primeiras vezes, e como a cada ano um novo ciclo se inicia, registre esse momento e relembre os anos anteriores.
– Se depois do primeiro dia ela ficar um pouco relutante em ir para escola, você pode usar recursos como ela levar um objeto de casa para acompanhá-la, ou se o sentimento predominante for o de se separar do pai ou da mãe ela pode levar um objeto dos pais, ou fazerem um desenho na mão igual da criança e dos pais simbolizando que estarão pensando um no outro. Outra ideia bacana é fazer um cheirinho do pai ou da mãe. A criança faz como se fosse uma poção mágica, pode misturar tudo! Perfume, desodorante, shampoo, hidratante, pasta de dente, enfim, tudo o que lembre o cheiro dos pais, aí vocês colocam num recipiente e ela leva para escola, para usar de apoio quando a saudade apertar.
Na BBDU temos também as Tatuagens dos Super Poderes, lá existem vários poderes para reforçar a força interna da criança, é um lembrete que ela tem aquele poder. Elas podem ser usadas em diversas situações, mas especificamente para adaptação escolar tem o poder de ficar feliz longe, o do esforço e o da coragem.
Se a criança continuar relutante e a emoção principal for medo: medo de ficar sozinha, medo de falar em público ou vergonha (que pode ser medo de não ser aceita) temos o Papa Medos e o Repelente de Monstros para ajudar, no site temos vídeos falando sobre eles.
Recentemente lançamos também a Caixinha dos Problemas, ela pode ser utilizada em diversas situações. O objetivo é ajudar a criança dimensionar o tamanho das situações e que a estão incomodando (problemas), então, em alguns casos poderá ser usada. Mas avalie bem o quanto a adaptação está sendo difícil, se ela estiver sendo muito sofrida, então este não seria o instrumento mais adequado.
Uma outra ideia, quando você sentir que falta só um “empurrãozinho” para esse recomeço, é usar o Voucher do Reconhecimento, que além de incentivar a criança a se divertir mais neste início, proporciona bons momentos em família com os vouchers propostos, e como ela está vindo das férias, onde vocês podem ter passado muito tempo juntos, separar momentos para fazerem coisas legais pode ser uma boa ideia.
Enfim, use e abuse da criatividade e imaginação e torne cada dia especial, principalmente os inícios que já são cheios de descobertas e emoções. Eles têm um cantinho bem especial na vida da gente e ficam guardados na memória.

Um beijo.

Juliana Martins – BBDU