20 PASSOS PARA O BOM DIVÓRCIO – PASSO 18: OS MEUS, OS TEUS, E DEU?

O tempo de cada um é singular. E nem sempre o que significa reconstrução para uma, é o mesmo para outra.

Neste momento, temos a vantagem de que, pós-experiência de uma separação, estaremos mais inteiras de nós mesmas e com um conhecimento mais evidente do que somos, do que não somos, do que queremos ou não.

Para algumas mulheres, só se reconstrói quando se ama de novo, casa de novo e, algumas vezes, só tendo outros filhos para reconfigurar uma família. Para outras, somente através do autoabastecimento, daquele que se conquista no passar do tempo.  Ainda, há mulheres que acreditam em relações eventuais e direcionam o foco para si mesmas e para os filhos.

E o que seria “dar certo”?

Não há uma única forma. Certo é aquilo que convém a cada uma e que faz encerrar o dia, de forma mais tranquila. É ter paz na alma, caminhar segura com a certeza de que fazemos o nosso melhor, todos os dias.

Às vezes, podemos ser felizes apenas com os nossos. Às vezes, com os nossos e mais alguém. E ainda: os nossos e os dele. Os nossos, os dele e os em comum. A mistura é o que melhor representa o amor. Traz pedaços da gente que compõem com os do outro. É uma costura humana de riqueza sem tamanho, porque traduz vontade. Vontade que dê certo. Vontade de amar de novo e começar do nada. Só que de um nada mais recheado de tudo, de histórias e vivências que potencializam as chances de dar certo, do jeito que for.

Recompostas, o que faremos ou não desta liberdade é algo tão íntimo que dispensa qualquer tipo de julgamento.

Linda toda e qualquer forma de reconstrução. E bem vindas sejam todas elas e todas as formas de (“re”) amar.

                                                                                               By, Manual da separação

                   

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