Sugestões de atividades e jogos infantis para a memória

Exercitar a memória, além de ser muito importante para a aprendizagem, também pode ser muito divertido! Uma poesia, cantiga de roda, jogo ou canção infantil podem ser ótimas maneiras de estimular a memória dos pequenos. Quem exercita a memória também compreende melhor as coisas, os fatos e os acontecimentos. Portanto, não restam dúvidas do quanto a memória está presente em todo o processo de aprendizado!

Dessa forma, Segue aqui 4 dicas de atividades que ajudam a estimular a memória das crianças. Confira:

1. Jogo da Memória

Este jogo já é um clássico super divertido que faz sucesso entre os pequenos. Além de ser uma forma super legal de estimular a memória, vocês podem escolher um jogo com diferentes imagens, com os personagens favoritos do seu pequeno, ou até reinventar a brincadeira e fazer o próprio jogo em casa, com números ou continhas matemáticas, por exemplo.

2. Lembrar o Dia

Outra dica é combinar com seu pequeno de toda noite, antes de dormir, vocês conversarem e cada um contar como foi o seu dia, relembrando tudo o que aconteceu. Além de ser um bom exercício de memória, o momento funciona para viver de novo as boas emoções do dia e fortalecer o vínculo entre vocês!

3. Cantigas

Além de serem importantes fontes de folclore e diferentes culturas, as cantigas estimulam a criatividade, a imaginação e a memória das crianças com danças e letras simples, curtas e fáceis de memorizar!  Então, que tal relembrar e compartilhar com seu pequeno suas cantigas favoritas?

4. O Que Tinha Aqui?

Esta é uma atividade simples e divertida! Basta colocar vários objetos em cima da mesa, pedir para que seu pequeno observe por um tempo os objetos, com atenção. Depois, retire todos os objetos da mesa e peça para que a criança se recorde de tudo que estava lá! Você também pode recolocar os objetos na mesa, deixando um ou dois de fora para que o pequeno tenha que descobrir qual objeto não está mais lá!

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

20 Passos para o Bom Divórcio – Passo 2

By Manual da Separação

Esgotei todas as Possibilidades?

No passo anterior, trouxemos a percepção de posições. Quem acionou o gatilho desta crise, quem deu início a tudo isso. E aqui cabe ressaltar que a separação não é uma crise esperada: casamos desejando o amor romântico, a construção de uma família e que ela seja eterna.

Com o passar do tempo, por várias possibilidades, o casal acaba se perdendo, com o crescimento individual em descompasso com o do outro, mudanças significativas, ausência de projetos em comum, ruídos na comunicação e desconhecimento, as vezes até de si mesmo. Uma crise pode sinalizar um pedido de socorro, uma tentativa ainda de olharmos para aquela relação e retomarmos através do histórico de afeto.

O manual traz questionamentos que nos conduzem a respostas determinantes: existe alguma chance dentro deste casal? Temos a sensação de que fizemos tudo que estava ao nosso alcance? Estamos centrados no todo ou apenas na gente? O que é preciso para sairmos melhores desta fase? Temos sentimentos que anda nos impulsione? Se sim, temos uma caminhada conjunta a trilhar. E todo o casamento vale até o último esforço de investimento.

Agora, se depois deste olhar, destas tentativas vier a sensação do “sim, eu fiz de tudo e não vejo outra saída que não seja uma separação”, pode respirar e começar os passos. Quando partimos do sentir o esgotamento das possibilidades, não temos como evitar este processo e teremos chances determinantes de acabarmos bem, no caminho de um bom divórcio. E sabe o porquê? Porque estaremos em dia com a nossa mais importante verdade e com a menor carga de culpa possível, mesmo que ela insista em nos acompanhar. É uma espécie de autorização para seguirmos em frente.

Esta sensação trará ao longo dos passos, a certeza necessária para conseguirmos resolver diversas questões. Será nossa parceira nos momentos mais difíceis. Nos ajudará a não esmorecer nas primeiras dificuldades. Porque quando não temos certezas, e muitas vezes não teremos mesmo, partimos em desvantagem e ficaremos presas no passado, buscando respostas e motivos que já nem existem mais.

Esgotar possibilidades dentro de um casamento faz com que ele encerre de forma inteira. E neste processo, o caminho se da para frente, numa perspectiva de futuro, com o nosso olhar de agora.  

É o caminho para um melhor divórcio? Seguimos.

Núcleo da Separação com Filhos (saiba mais sobre nós)

20 Passos para o Bom Divórcio – Passo 1

By Manual da Separação

Em que posição me encontro?

O fim partiu de quem e que diferença isso faz?

Por razões pessoais: amadurecimento de uma situação emocional, enfrentamentos, aprofundamento em terapias, buscas pessoais, tem sempre um, dentro de um casal, que percebe o fim antes do outro. E o perceber não significa desejar aquele final. Apenas está atento a um processo que pode vir a ser apenas uma crise a ser enfrentada ou, o início de uma separação. Este, sinaliza com conversas e com atitudes que nos direcionam para este pensar: como fazer e sair de uma situação assim. Com esta “vantagem” de auto percepção, muitas vezes, lá na frente, aos olhos do outro, parece sofrer menos com a separação, quando, na verdade, iniciou o luto anteriormente, evidenciando um dos tantos desencontros típicos de uma relação em desarmonia.

A este é dado o rótulo de acionador do gatilho, responsável pela crise e pelo desencadear do processo de separação e no desenrolar dos passos de um divórcio, normalmente àquele que carrega uma culpa significativa.

Por outro lado, aquele que não deu causa ou que não trouxe a verbalização da crise, costuma ocupar o papel de vítima. Não desejou, não esperava e muitas vezes afirma ter sido pego de surpresa. Ao contrário do papel da culpa, a este cabe a vitimização, normalmente representada por atitudes de resistência, fragilidade e indignação.

E o que esta definição nos permite concluir ao longo do caminhar para um divórcio? Os posicionamentos citados definem um processo negocial. Interferem no enfrentamento, no ceder ou não e na necessidade de se responsabilizar alguém, o que muitas vezes pode ser prejudicial para toda uma família.

Veremos ao longo dos passos que não existem culpados. Quando um casamento chega ao fim ele vem dando sinais de saturação, de não cuidado e falhas de ambos os lados.

Ao contrário do que podem pensar, o Manual não faz apologia à separação. No passo seguinte, Esgotando possibilidades, veremos se dentro daquele casamento não existe ainda alguma possibilidade de retomada e redirecionamento, configurando apenas a sinalização de uma crise. Porque olhar com lentes de enfrentamento não só é uma possibilidade de aproveitamento a uma eventual chance como também, uma visão necessária (e real) de seguirmos em frente e nos separarmos da melhor forma possível.

Existe uma forma para isso? Existe um bom divórcio?

Existe, sim. Segue os passos e te mostraremos um caminho.

Núcleo da Separação com filhos (saiba mais sobre nós)

Primeira Infância: a fase mais importante da vida

“Educa as crianças, e não precisarás castigar os homens.”

Essa frase é do filósofo grego Pitágoras, e eu a escolhi para começar esse texto porque educar as crianças e investir na Primeira Infância têm efeitos sobre a capacidade intelectual, a personalidade e o comportamento social futuros.

A primeira infância é a fase da vida entre zero e seis anos de idade. O papel dessa época da vida no desenvolvimento mental, emocional, de aprendizagem e de socialização da criança talvez seja tão ou mais importante que a evolução física e neurológica.

No primeiro ano de vida, o bebê é quase totalmente dependente dos adultos que o cercam, começando pela alimentação apropriada, proteção, cuidados com sua saúde e afeto. Os primeiros anos são fundamentais para o desenvolvimento da criança. Inclusive, cientistas já comprovaram que oferecer condições favoráveis ao desenvolvimento infantil nos primeiros anos de vida é mais eficaz e gera menos custos do que tentar reverter ou minimizar os efeitos ou problemas futuros. Dentre os benefícios, há ganhos no desenvolvimento cognitivo a curto prazo, melhora nos níveis de aprendizado a médio prazo e na escolaridade, empregabilidade, qualidade de vida e renda, a longo prazo.

O cérebro e todo o sistema nervoso central se formam nesse início da vida, ou, melhor dizendo, desde a gestação. A neurociência, ciência que estuda o desenvolvimento e o funcionamento desse sistema, afirma que existe uma relação direta entre as primeiras experiências e o desenvolvimento cerebral. O desenvolvimento do cérebro depende de uma complexa interação entre os genes com os quais se nasce e as primeiras experiências que se tem. As primeiras experiências têm um impacto decisivo na arquitetura do cérebro e na natureza e qualidade da capacidade do adulto.

Pode-se dizer que as relações iniciais com os primeiros cuidadores (mãe, pai ou outra pessoa que se ocupa integralmente do bebê) são determinantes nesse processo de formação da criança e, por isso, devem ser relações de qualidade, baseadas tanto em atenção às necessidades do corpo e do organismo quanto em vínculos afetivos consistentes, comunicação, segurança e ainda oferta de boas experiências para apresentar-lhe o mundo. Trata-se aqui de olho no olho, de voz que acalenta e conta uma história, de sustentação corporal, de acolhimento às sensações e sentimentos, de presença permanente e significativa que garante a continuidade dos cuidados, de emoções que moldam essa relação e ainda de brincadeiras compartilhadas.

Tem muita coisa em jogo nessa interação. É preciso que os papais e mamães estejam inteiros, que estejam disponíveis para acompanhar cada passo desse caminho inicial e que consigam tanto decifrar os sinais que chegam quanto os que são transmitidos pelos pequenos. Aprender a comunicar-se para além das palavras, mas pelos gestos, sons e balbucios, expressões, mudanças de comportamento. As crianças pequenas são conectadas e comunicativas.

Os bebês precisam se adaptar ao mundo em que chegaram, porém não fazem isso passivamente, mas de modo ativo e competente.Os bebês convocam os adultos a se ocuparem deles, a oferecerem novidades para suas descobertas e solução para suas necessidades. No processo de desenvolver-se integralmente, muitos encontros, de diferentes naturezas, serão estabelecidos, resultando em um sujeito único e singular.

Desta forma, é preciso retomar a ideia de que cada uma das experiências vividas terá sua parte na escrita dessa história, começando pelas experiências com você, papai e mamãe que cuida e se ocupa dessa criança. É preciso muitos cuidados nesse caminho que parte da extrema dependência para a independência e autonomia. Vocês oferecem a voz, o olhar, o corpo que segura e acolhe, oferecem as palavras que consolam, que explicam, que descortinam horizontes, inserindo a criança no mundo e suas infinitas possibilidades. À criança cabe viver intensamente todas essas experiências que lhe são oferecidas: ser curiosa, investigar, conhecer, vincular-se e, mais do que tudo, BRINCAR!

Amanda Ferraz – Psicóloga parceira BBDU

amandafoliveira1@gmail.com

Casa BBDU e o Manual da Separação criam núcleo da separação com filhos

Amigas de longa data Juliana Martins, Luciana Tisser e Paula Britto se reencontram num ambiente profissional com o mesmo objetivo: acolher e orientar famílias.

Luciana e Juliana, psicólogas, inauguraram a Casa BBDU um espaço pensado para famílias com crianças e adolescentes. Paula, advogada, escreveu o livro Manual da Separação um guia prático que conduz ao bom divórcio.

Desta união, surge o núcleo da separação com filhos.

O que somos:

Somos uma equipe multidisciplinar de profissionais capacitados e especializados em separações e divórcios que, através de várias abordagens, acolhe e fortalece famílias que passam por este processo.

O que queremos:

Acolher famílias com crianças e adolescentes que estão passando por esta crise de reestruturação familiar mas que, bem orientados, poderão ser conduzidos de forma mais fortalecida e menos traumática.

O que oferecemos:

– Produtos criativos e de uso prático que auxiliam neste momento sensível (ex: livros para adultos e para crianças, calendário da família, papa medos, spray de monstros)

– Rodas de conversas com temas necessários para um melhor encaminhamento do divórcio

– Conteúdo de qualidade através das nossas redes sociais sobre assuntos pertinentes ao tema.

– Cursos e palestras para orientação de profissionais da área da psicologia e do direito que atuem nesta área específica;

Medo Noturno

Olá, Papai e Mamãe! Tudo bem?

Hoje vou falar sobre essa emoção, que as vezes é difícil de lidar, principalmente quando acontece no momento do sono. O medo pode levar a dificuldade para iniciar o sono ou, até mesmo, prejudicar uma boa noite de sono dos pequenos. Crianças com medos noturnos, geralmente têm dificuldade em dormir sozinhas, ao despertar a noite solicitam atenção dos pais e muitas vezes ficam acordadas sozinhas durante a noite.

Os tipos de medos noturnos variam de acordo com a idade, crianças de quatro a seis anos, por exemplo, apresentam medos do escuro, de ficarem sozinhas, de monstros e situações imaginárias. Os medos de crianças de 7 a 11 anos estão associados a perigos reais, como ladrões e violência. Em diferentes idades o medo de perder os pais também é presente.

Se o seu filho acorda durante a noite assustado, chorando, muitas vezes demandando sua presença, isso não necessariamente é um medo noturno, pode ser que ela tenha tido um pesadelo. Crianças muito pequenas têm dificuldade para dizer o que aconteceu, por isso as vezes é difícil para os pais identificar quando é um e quando é outro. Vamos diferenciar então o que é pesadelo e o que é medo noturno.

O pesadelo acontece na fase REM do sono, é uma fase menos profunda do sono, é aqui que os sonhos e pesadelos acontecem. Os pesadelos são muito comuns, estudos apontam que 80% do conteúdo do sono, de alguma forma provoca sensações ruins, conhecidas como pesadelos. Quando isso acontece com crianças pequenas, de 3 e 4 anos, há uma dificuldade para diferenciar o que é ilusão e o que é realidade, tendo dificuldades para relaxar e voltar a dormir. Em casos de pesadelos, vocês pais, podem acalmar e consolar a criança; explicar que o que ela sonhou não é de verdade; deixar com a criança algum objeto que ela goste e desenvolver uma rotina relaxante, um ritual do sono, para que ela possa dormir mais facilmente.

Já o medo noturno acontece na fase “não-REM”, uma fase mais profunda do sono. Embora pode causar espanto nos pais, é algo natural e que pode acontecer com algumas crianças. De acordo com o seu crescimento, esses episódios tendem a ficar cada vez mais raros, até desaparecer por completo.

No medo noturno, a criança pode manifestar sinais de pânico, conversar, gritar, chorar, se debater, sentar na cama, abrir os olhos, mas ainda assim ela continua dormindo, não nota a presença dos pais e depois nem se lembra do que aconteceu. Nesses casos, vocês pais, podem tocar a criança, acalmando-a e esperar o momento passar; não é necessário acordá-la.

Medos noturnos são comuns durante o desenvolvimento infantil, quando aparecem de forma tranquila e transitória podem ser superados pela maioria das crianças. Porém, para algumas crianças, o momento de ir para a cama representa uma grande dificuldade, associada ao medo noturno severo e pode atrapalhar o desenvolvimento do sono da criança. Nesses casos, é necessário buscar uma ajuda especializada.

Espero que tenha gostado do texto de setembro!

Um abraço e até o próximo!

Amanda Ferraz – Psicóloga parceira BBDU

amandafoliveira1@gmail.com



Seu filho não quer comer?!

Poucas coisas preocupam tanto pais e mães quanto uma criança que não come bem e, portanto, não tem o desenvolvimento tão positivo. Se você faz parte do grupo dos adultos que sofrem com isso, a boa notícia é que existem caminhos – simples e eficazes – para driblar a falta de gosto dos pequenos pelas refeições saudáveis. E, o melhor, são dicas divertidas para você seguirem juntos!

1 – Criança gosta de novidade:
Todo dia é dia de experimentar novos alimentos. Conte uma boa história sobre a couve (que tal algo sobre o José Roceiro que plantou, regou, depois colheu e trouxe lá do sítio só para você?) e apresente a gostosura. E vale a pena servir a novidade junto com algum alimento que ela goste bastante.

2 – Festa na cozinha:
Criança adora cozinhar e, mais ainda, adora comer a refeição que ela preparou. O orgulho de ter conseguido abre o apetite e a disposição para experimentar. Existem vários livros de receitas para os menorzinhos se aventurarem entre as panelas. Mas o ingrediente principal é você estar juntinho, cozinhando em família.

3 – Comer é uma festa:
Um prato colorido é muito mais convidativo que aquela monotonia de sempre. Em vez do feijão marronzinho de sempre, uma explosão de cores quando se junta lentilha e cenoura. No lugar do arroz básico, vale cozinhá-lo caldo de legumes caseiro para ganhar um sabor especial.

4 – Juntos é mais gostoso:
A refeição não começa quando sentamos à mesa. Começa bem antes, na escolha da receita, no planejamento do cardápio, na compra dos ingredientes e na preparação dos pratos. As crianças adoram fazer parte de todos esses processos, junto com o pai e com a mãe. Envolver os pequenos em cada uma das etapas vai deixá-los menos resistentes a provar a comida, afinal eles mesmos ajudaram a produzir a refeição.

5 – Os pais nunca estão sozinhos:
Se a dificuldade na alimentação persistir, peça ajuda. Pediatras e nutricionistas são especialistas que podem identificar problemas e propor as soluções adequadas.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

Dicas para lidar com os terrible twos

Os terrible twos, que acontecem entre 1 ano e meio e 3, tem seu auge nos 2 anos de idade. Fase em que a criança passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e sente uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si mesma. Isso faz com que os pequenos “se rebelem” e se oponham a todas as solicitações dos pais. Aí já viu, né? Tudo vira motivo para espernear, choramingar, se irritar e berrar. A tranquilidade de outrora é substituída por uma explosão de rebeldia e, ao mesmo tempo, o pequeno se desenvolve tão depressa, que você se pega o tempo todo surpreendida com os pequenos atos de autonomia ou frases e perguntas que deixam qualquer adulto encantado, de tanta fofura.

Seguem aqui algumas dicas para papais e mamães lidarem melhor com essa fase tão cheia de emoções e desafios!

4 dicas para lidar com os terrible twos

1.            Mantenha a rotina o mais estável possível

A chance de os pequenos ficarem irritados e explodirem em uma birra é maior quando eles estão cansados, com fome ou frustrados. Por isso, manter uma rotina saudável e regrada, diminui o estresse da criança de 2 anos. Esteja sempre prevenido(a) com lanchinhos e frutas na bolsa se e procure organizar o dia a dia de vocês para que seu pequeno não fique muito tempo sem dormir ou sem comer. Com certeza isso o deixará mais tranquilo e menos propenso a ter acessos de chilique!

2.            Explique com clareza e calma

Quando a criança ficar irritada por algum motivo, prefira conversar com calma. Claro, nem sempre isso é possível. Mas procure ser paciente e muito clara(o) no momento de lidar com alguma birra ou desobediência.

3.            Seja paciente

Por mais difícil que seja manter a calma, é muito importante tentar ser paciente. Entenda que essa fase é natural e que todas as crianças passam por isso para construir sua identidade.

4.            Não poupe carinhos, abraços e beijinhos Em alguns casos, a criança fica tão nervosa que machuca os outros e a si mesma. Nesse momento, uma opção que pode funcionar é abraçá-la, pegá-la no colo e confortá-la. Deixe claro que você entende que ela está sofrendo e que você está ali para ajudá-la. Faça carinho, dê beijinhos e deixe-a se acalmar.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

A Lu é sócia da Casa BBDU, a loja física da BBDU que foi inaugurada em Porto Alegre. Venha conhecer!  Av. Cristóvão Colombo 100 sala 301

Como ajudar seu filho a superar a timidez?

É normal que algumas crianças se sintam desconfortáveis em situações novas ou que as coloquem como centro das atenções. A timidez ,em muitos casos, é apenas mais uma característica da personalidade de uma pessoa. Ou seja, ela só é um problema quando é excessiva e prejudica o desenvolvimento ou a capacidade de estabelecer relações sociais.

Se seu filho tem muita dificuldade em fazer amigos ou medo de tirar dúvidas em sala de aula, isso pode impedir que ele consiga brincar ou falar com outras crianças, interferir na capacidade de aprendizado e até causar sofrimento. Mas você pode ajudá-lo. Seguem aqui algumas dicas para ajudar seu filho a superar a timidez:

• Ajude a criança a conhecer seus sentimentos e falar sobre eles no dia a dia

• Incentive a criança a falar sobre suas experiências na escola e em outros ambientes sociais, demostrando interesse

• Elogie sempre que seu filho conseguir ir a algum lugar novo e interagir com outras crianças. Não critique se ele ficar com medo.

• Converse sobre as situações que podem deixá-lo mais tímido e pensem juntos em formas de enfrentar a situação.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

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Dislexia: sintomas e tratamento

A dislexia é um transtorno de origem neurobiológica caracterizada pela dificuldade de leitura e escrita. De acordo com a International Dyslexia Association (IDA), essas dificuldades normalmente resultam de um déficit no componente fonológico da linguagem e são inesperadas em relação à idade e outras habilidades cognitivas. A dislexia está presente entre 5% e 17% da população mundial.

Sintomas da dislexia na primeira Infância

•             Dispersão

•             Falta de atenção

•             Atraso da fala e linguagem

•             Dificuldade em aprender rimas e canções

•             Atraso na coordenação motora

Sintomas na idade escolar

•             Dificuldade na aquisição e automatização da leitura e escrita

•             Desatenção

•             Dispersão

•             Dificuldade em copiar de livros e lousa

•             Desorganização geral (dificuldade em manusear mapas, dicionários)

•             Dificuldade em ler em voz alta e compreender aquilo que foi lido

•             Baixa auto estima.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico e tratamento é sempre feito por uma equipe multidisciplinar, que envolve profissionais de:

•             Neurologia

•             Neuropsicologia

•             Fonoaudiologia

•             Psicopedagogia.

O tratamento visa a superação das dificuldades apresentadas, estimulando o desenvolvimento das habilidades necessárias para um aprendizado efetivo, bem como orientação da família e escola.

Psicoterapia

É importante procurar a psicoterapia quando a criança apresenta consequências emocionais devido ao transtorno, como baixa auto estima, desmotivação para os estudos ou resistência a ir à escola.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

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