20 PASSOS PARA O BOM DIVÓRCIO – PASSO 7

By Manual da Separação

ENFRENTANDO A CULPA

A culpa é algo tão rotineiro que nos persegue a cada decisão que tomamos. Toda vez que decidimos por algo, abrimos mão de alguma coisa.
Mesmo que em um divórcio a decisão não tenha partido da gente, sempre vem um pensamento da seguinte linha: “o que eu fiz de errado? O que eu poderia ter feito de forma diferente?” Assim como: “E se eu não tivesse me separado, como estaria minha vida agora?”.
É muito comum que nestes primeiros momentos a gente enfrente doses altas de culpa e um auto boicote: será que era tão ruim assim, mesmo? Como se as nossas memórias nos levassem, com alguma frequência, apenas para os momentos de pré-crise, para lembranças boas que nos fazem sentir mais culpa, dor ou arrependimento. Como antídoto, sugerimos ancorar, próximos a nós, amigos que nos acompanharam no antes, no durante e no depois. E que com frequência (e isenção) nos dirão: “Lembra que tu dizia…? Lembra que tu não era feliz? Não é bem assim como estas contando”.
Importante ressaltar que vivemos uma consciência do HOJE. Detemos um conhecimento no PRESENTE, fruto de toda uma caminhada do passado. Percepção que só temos porque já passamos por aquilo. Portanto, a ideia concreta do “se eu tivesse feito assim” é inócua, não nos serve para uso em algo que já passou. Consola muito pensar assim: Eu fiz o meu melhor para aquele momento; Na época, aquilo foi o meu melhor. Sempre nos aceitando e validando o melhor possível para cada momento e situação. É libertador! Nos acolhemos, nos aceitamos e nos culpamos menos.
Este exercício também nos possibilita uma melhor projeção do futuro: faremos uso desta experiência para melhor seguirmos nas nossas decisões.
A busca por memórias passadas deve sim, ser remetida a momentos de afeto para garantir que, a partir dele, possamos encaminhar melhor o nosso divórcio. Com um Direito mais humano e acolhedor, que não trabalha com a consideração da culpa, podemos pensar que este afeto, hoje tão enaltecido pelo próprio judiciário, pode ser um norte para o fim dele também. É possível nos separarmos de alguém com carinho (mesmo que no momento não exista a percepção de nenhum). O amor pode ter terminado, se transformado, mas um dia este ali. Com ele/ela, tivemos promessas e planos. Fizemos filhos que perpetuam um momento de amor. Portanto, está dentro de nós a escolha deste caminho: separar com afeto também é uma forma de amor (pelos filhos, pelo outro e por nós mesmas).

Núcleo da Separação com filhos (saiba mais)

Como identificar que uma criança ou adolescente está sofrendo Bullying escolar?

O bullying na escola, infelizmente, faz parte da realidade de muitas instituições e os esforços para combatê-lo são enormes.

Normalmente, em casos de bullying escolar, as vítimas se sentem acuadas e não contam para seus pais ou professores sobre a violência que sofrem. Isso acontece, principalmente, porque a  maioria sofre ameaças dos agressores para que fiquem em silêncio, além de se sentirem culpados e de não quererem parecer covardes.

Por isso é muito importante que diretores, professores e principalmente os pais das crianças e adolescentes estejam atentos. Os sinais mais comuns são:

tristeza e irritabilidade;

falta de vontade ou medo de ir à escola;

faltas frequentes;

queda de rendimento na escola;

isolamento ou poucas amizades;

irritabilidade;

perda de apetite e insônia;

Esses são apenas alguns sinais que podem ser apresentados. Portanto, é preciso que as escolas e pais estejam atentas aos possíveis sintomas.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

A Lu é sócia da Casa BBDU foi inaugurada em Porto Alegre. Venha conhecer!
📍 Av. Cristóvão Colombo 100 sala 301

Crítica constante de pais bloqueia o processamento emocional das crianças

A educação que recebemos em nossa infância e o tipo de relacionamento que estabelecemos com nossos pais deixa marcas profundas. Sua atenção ou negligência, sua crítica ou elogio, determinam o estilo de apego que iremos desenvolver e tem um enorme impacto na imagem que formamos de nós mesmos, na nossa autoestima e na atitude que assumimos perante a vida.

No entanto, tudo parece indicar que as consequências da crítica na infância não se limitam ao nível psicológico, mas também alteram a configuração do cérebro. Neurocientistas da Universidade Binghamton descobriram que, quando os pais criticam excessivamente seus filhos, eles afetam as áreas do cérebro dedicadas a processar estados emocionais.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

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A importância dos limites na infância e adolescência

A infância é o primeiro contato da criança com as noções de que nem tudo é permitido a ela. A partir desta noção, ela aprende que deve respeitar esses limites da mesma maneira como deve ser respeitada também.

Quando os pais lidam com o limite com tranquilidade e segurança, constroem para seus filhos um ambiente funcional e que permite a eles entender que há coisas que não poderão fazer.

Algumas das funções e importância dos limites são:

1. Ensinar a criança a lidar com a frustração. É na infância que esse treino deve ser feito, para evitar que esse processo se torne doloroso na adolescência e na vida adulta.

2. Ajudar os pais a entenderem e agirem de maneira eficiente em ataques de birra. Ao estabelecer limites, não cedem às crises de birra da criança e não reforçam esse comportamento como sendo eficiente.

3. Estimular a independência no desenvolvimento da criança. Uma criança que tem noção de que não pode tudo vai, com certeza, crescer mais independente e emocionalmente mais madura.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

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A importância dos vínculos afetivos na primeira infância

A fase de desenvolvimento infantil é reconhecida como uma importante janela de oportunidades para o investimento no desenvolvimento das potencialidades da criança. Logo, estímulos, cuidado e muito afeto serão super bem-vindos. Para o bebê e a criança pequena a criação de vínculo afetivo, seja com a mãe ou outro adulto que a represente, é fundamental.

É por meio das trocas de afeto que a criança desenvolve suas primeiras relações, aprende a interagir, a se comunicar e também inicia a capacidade de desenvolver empatia. Dessa forma, vínculos afetivos são de extrema importância para os pequenos.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

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20 Passos para o Bom Divórcio – Passo 6

By Manual da Separação

Parents with their children walking in forest

CONTANDO AOS FILHOS

Esta passo traz uma dose alta de culpa, de frustração, de sensação de incompetência. Que pais nós somos que estamos decidindo por esta ruptura? Que pais nós somos por não termos conseguido? Como lidar com uma dor assim?

Este é um momento que a ajuda de terapeutas pode vir para dar um bom suporte. As terapias de casal não existem apenas para retomadas de casamentos: servem também para auxiliar no fortalecimento de um fim. O manual foi construído através de muito trabalho multidisciplinar, assim como o Núcleo, nesta composição de terapeutas e advogados.

Assim, com este embasamento técnico e também no uso da experiência de acompanhar famílias em transformação, separamos algumas dicas, fundamentais para serem usadas neste momento de contar aos filhos uma decisão tão nossa e que nos é tão cara. São elas:

–  Apenas contar quando a decisão já estiver tomada, com as certezas cabíveis para o momento;

– Contar no máximo de sintonia possível com o outro. Uso de uma linguagem próxima, com combinações prévias feitas entre os pais, entregue em conjunto podendo assim, precocemente, sinalizar para eles a continuidade de uma boa parentalidade;

– Criar um espaço de diálogo, de acolhimento, onde a criança possa fazer perguntas, expressar as suas dores e dúvidas. E aqui vale lembrar que nem todos reagem da mesma forma: uns podem chorar, outros ignoram e muitos vão demonstrando aos poucos o seu sentir;

– Fazer uso de uma verdade possível, aquela que passa pelo filtro adulto e que protege em doses certas. Nem tudo precisa chegar neles;

– Isentar os filhos de qualquer culpa. Deixar claro que eles não têm nenhuma responsabilidade nesta decisão, que o fim (ou transformação) se deu na esfera de sentimentos entre os pais;

– Afirmar de forma explícita que amor de mãe e de pai por filhos não termina nunca. Que mesmo que a relação do casal tenha chegado ao fim, a deles com os pais é inabalável; esta certeza deste amor traz conforto e segurança, tudo que eles precisam para o momento;

– Criar uma espécie de rede de proteção: avisar a escola, os professores, avós, todos que forem próximos a eles, para que ao colocar para fora dores, medos e dúvidas, estejam sempre acolhidos amorosamente;

Dói, viu? Mas as crianças respondem muito mais rapidamente do que nós. Elas se reorganizam e nos sinalizam com melhoras antes do que poderíamos imaginar. Falar com a verdade do coração, isentos de culpa – porque não estamos fazendo nada de errado – aciona uma linguagem que elas dominam. E se a gente chorar na frente deles e não conseguir? Não tem problema algum, estaremos sendo de verdade. E a verdade é muito menos nociva do que a simulação. Seguimos (juntos) este caminhar.

Núcleo da Separação com filhos (saiba mais)

Seu filho tem medo do escuro?

Medo de escuro, de altura, de se separar dos pais, de ser esquecido na escola, de dormir sozinho, de personagens assustadores, de barulhos e ruídos estranhos… São muitos os medos que envolvem cada etapa da infância e é importante que os pais estejam preparados para ajudar os filhos a lidar e superar cada um deles. Como em tantas outras situações, o melhor caminho é o diálogo. Escute seu filho, esteja aberto para ouvir e conversar sobre suas inseguranças. Mostre a ele que o medo que está sentindo é algo natural e que todos sentem ou já sentiram em algum momento da vida, inclusive você.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

Seja Presente

Olá, Papai e Mamãe! Tudo bem?
Este é o último mês do ano, época em que geralmente nosso “tempo fica mais corrido”, época em que nos preocupamos com os presentes, de amigo oculto… de natal…

Então, resolvi falar sobre algo que é mais importante do que dar presentes, que é ser presente.

As últimas décadas trouxeram uma mudança na vida da mulher. As mulheres começaram a trabalhar (também) fora de casa. Porém, essa mudança trouxe um acréscimo de funções, e não uma troca, então, além do trabalho fora de casa a mulher ainda cuida da casa, dos filhos, do marido… Muitos jovens e adultos de hoje são as crianças dessa primeira geração, que cresceram sem o convívio em tempo integral com as mães e agora repetem esse modelo com relação aos próprios filhos.

E com isso, eu não estou dizendo que essa mudança foi algo ruim, muito pelo contrário, essa mudança foi necessária, inclusive para os modelos de educação que vemos hoje, como uma participação mais ativa dos pais, por exemplo.

Porém, a lacuna criada nessa geração passou a ser preenchida, de certa forma, pelo marketing, e o consumismo. Para reduzir a culpa gerada pelo pouco tempo presente com os filhos, os pais começaram a comprar cada vez mais presentes, e também lotar as crianças com atividades. (lembra do que conversamos no mês passado? Sobre as multitarefas? Elas também entram aqui)

Lembre-se, a falta da presença de vocês não podem ser supridas por presentes ou bens materiais. Esses artifícios funcionam por um tempo, mas não têm permanência, e perdem logo o seu efeito. Um outro problema que o excesso de presentes pode trazer é a criança começar a usar disso como “chantagem”, para ganhar tudo o que quiser. Crianças são extremamente observadoras, e entendem logo o que funciona para “dobrar os pais”.

Ser presente para o seu filho pode ser mais simples do que você imagina, mesmo com uma rotina de trabalho extensa. Ser presente não significa abdicar de tudo o que é importante para você e ficar 24h por dia com o seu filho, (inclusive, isso pode ter um efeito reverso, a criança pode ficar extremamente mimada, e isso também pode atrapalhar o seu desenvolvimento) mas sim ter tempo de qualidade com ele, mesmo que seja algumas horas por dia.

De nada adianta você ficar o dia inteiro com seu filho, mas conversar com ele enquanto a televisão está ligada, ou enquanto você responde alguma mensagem no celular. Você está ali apenas de corpo, mas não está prestando atenção no que ele está falando ou no que está acontecendo ali.

O que eu sugiro é que você tire alguns minutos quando chegar do trabalho para se dedicar ao seu pequeno. Seja para assistirem a um filme juntos, ou brincar com algum jogo, contar uma historinha antes de dormir, fazer alguma atividade juntos. E não precisa ser nada muito programado ou elaborado, aproveite os momentos juntos, como a ida ou a volta do colégio para conversarem ou inventarem alguma brincadeira (é uma ótima idéia para deixar de lado um pouco o celular também).

Neste final de ano (e em todas as outras épocas), o melhor presente que você pode dar ao seu pequeno é o seu tempo e sua atenção. O tempo é o recurso mais escasso que nós temos, ele não volta, é algo que não se pode comprar. Muitos pais me falam que desejam dar o melhor para seus filhos, então dê o seu tempo, dedique-se a ele, isso fará uma diferença no desenvolvimento dele e na relação de vocês.

Espero que tenham gostado do tema de hoje!

Quero agradecer por todo esse ano juntos, aqui, no blog da BBDU ou nas lives do Instagram (se você ainda não sabe, todo mês, eu e a Ju, fazemos uma live no Instagram para comentar o tema do texto aqui do blog), e quero lhe desejar também um excelente final de ano e ótimas festas, com muito amor e tempo de qualidade!!

Um beijo e até a próxima!

Amanda Ferraz – Psicóloga parceira BBDU
amandafoliveira1@gmail.com

Como lidar com autoestima baixa da criança?

Se seu filho repete constantemente a frase “eu não consigo” e você passa a acreditar nele a ponto de realizar determinadas atividades no seu lugar, ele começará a criar áreas de incapacidade. Se isso vira rotina, surge na criança a crença de que ela não é capaz de realizar um monte de coisas.

Com isso a autoestima do seu filho diminui e ele passa a se ver como alguém incapaz. Nosso papel enquanto pais é perceber em que fase do desenvolvimento nosso filho está e encorajá-lo nas tarefas e atividades que ele esteja pronto para desempenhar. Por isso, quando seu filho insistir em repetir que não consegue, tenha paciência e mostre a ele o quanto você acredita na sua capacidade de realizar aquela tarefa. Ao invés de dizer “é fácil” quando ele estiver aprendendo, diga “vá com calma, no início pode ser difícil mesmo”. Quando reconhecemos o que a criança está sentindo ela se sente validada e fica mais propensa a tentar novamente. Permita que ela erre quantas vezes seja necessário. Seu papel como mãe/pai é encorajá-la e não fazer por ela. Com paciência, acompanhamento e firmeza é possível sair do “eu não consigo” para “Consegui!”.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

20 Passos para o Bom Divórcio – Passo 5

By Manual da Separação

O MELHOR MOMENTO NÃO EXISTE

Viemos, nos passos anteriores, amadurecendo uma decisão que está por acontecer a qualquer momento. Um experimento que funciona é contar para alguém próximo, tornar relativamente pública para que possamos nos ouvir falando sobre este decidir ( tornar real o que até então, era abstrato). Bom que seja com alguém que nos acolha. E com sorte, ouviremos: estarei contigo para o que der e vier

É muito comum direcionar um decisão destas a algum evento futuro, a alguma data. Por exemplo: “Vamos deixar para março: março não dá porque as aulas recém vão ter recém iniciado… Abril! Abril não dá porque tem Páscoa e Páscoa tem ninho no domingo, muito traumático. Maio? Só se for depois do dia das mães. Julho tem férias, já estão organizadas, Agosto cruel demais, tem dia dos pais. Outubro dia das crianças, presentes. Tem os aniversários de todos e chegamos assim, novamente no Natal. Natal, nem pensar: é data familiar, fim de ano e logo teremos o Ano Novo E assim, um ano passou e não saímos do lugar. Sempre vai ter algo, alguém ou algum fato que nos impedirá de verbalizar esta decisão e desta forma, vamos empurrando coma barriga.

Existem casais que, nesta busca pelo melhor momento, quando viram, esperaram 8 anos. Primeiros os filhos eram pequenos demais. Depois, adolescentes demais. Ai já tinham os 15 anos da filha, a formatura do filho. E num piscar de olhos, perdemos os passos. E acabamos deixando tudo como está.

Na busca pelo momento certo, é comum os casais marcarem de sair para jantar, longe dos filhos, para tratar da separação. E, no dia, tudo dá errado. Estamos cansados, nosso interior fazendo boicotes, e nada sai direito. Mas, às vezes, num cruzar de corredor, num café da manhã, na espera da escola…sai.

Quando falamos com o coração, conectados com a nossa dor, as nossas tristezas, de forma humilde, as palavras saem fortes. Não estamos ameaçando, não estamos melhores do que o outro. Apenas estamos dividindo com alguém que fez uma caminhada longa ao nosso lado. Estamos simplesmente dando nome àquilo que existe, machuca, que também é do outro e que na hora não sabemos como se resolverá.

Portanto, não tem um melhor momento. O que temos é o nosso melhor, o possível para àquela situação. Às vezes, é aquele momento em que o coração está cansado, a mente exaustivamente trabalhada aciona a dose de coragem necessária, vem e diz: deu! Eu preciso voltar a respirar e tentar ser mais feliz.

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