Tudo o que você precisa saber sobre Alienação Parental

A alienação parental ocorre quando uma das partes influencia o filho a tomar partido e a se colocar contra a outra parte. Aí, entra o papel do judiciário, que oferece meios de proteger os filhos, a partir de recursos legais, e, também o papel dos profissionais que podem ajudar pais e filhos neste momento, como o psicólogo.

Isso pode se dar de diferentes maneiras, como proibir que o pai/mãe veja a criança, fazer chantagens, manipular, influenciar a criança ou adolescente contra o pai/mãe, dificultar visitas, omitir informações sobre os filhos, apresentar falsas denúncias para dificultar a convivência, entre outras atitudes que prejudicam ou impedem a relação do filho com um dos genitores.

Como e a quem buscar ajuda em caso de alienação parental?

Se você está passando por uma situação semelhante e já tentou várias alternativas, mas nada resolveu o problema, talvez seja o momento de pensar em buscar ajuda judicial, uma vez que a prática da alienação parental é prejudicial à formação psicológica e afetiva de crianças e adolescentes.

Então, qual a melhor maneira de lidar com essa situação?

A realidade é que a separação envolve sofrimento, mudanças e muitos desafios. Por isso, é um momento de buscar manter a calma, procurar ajuda, se necessário, e, principalmente, apoiar e conversar muito com os pequenos, para que eles sofram o mínimo de impacto possível.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

20 PASSOS PARA O BOM DIVÓRCIO – PASSO 9 IGNORANDO OPINIÕES ALHEIAS

A separação tem efeitos além de nós mesmos. Ela atinge em larga escala, provoca incômodos, medos e as vezes até inveja em quem gostaria de mudar sua vida e não consegue. E nesta “dor” que não é nossa, surgem várias versões da nossa própria história, por vezes até meios cruéis, inventadas ou idealizadas.

Vamos pensar juntos: estamos mais sensíveis, fragilizados, num momento entre passado (com lembranças que nos visitam e machucam) e presente instável, com medos e inseguranças de como será que tudo vais ser dali pra frente. Neste quadro, tudo que chega acaba nos tocando mais profundamente. Ao ouvirmos a preocupação de alguém com a nossa dor, nosso futuro (muitos relatos destes na figura dos nossos pais), que querendo ajudar e nos proteger, resistem ao novo, colocam as suas preocupações acima das nossas e acabam algumas vezes, aumentando nossa própria dor. Ou amigos que tocados por um fim próximo a eles, despertos num medo íntimo de “podia ser lá em casa”, resistem também com conselhos de todos os tipos. Também nos deparamos com resquícios de preconceitos frente a esta nova configuração familiar que foge dos padrões do “viveram felizes para sempre”. A grande questão, a nossa tábua de salvação para estes olhares, opiniões e invasões é lembrar que a história é só nossa. Somente quem viveu aquela relação, aquele fim de casamento pode realmente saber o que de verdadeiro se passou. Nós, protagonistas da nossa vida, nesse momento precisamos de colo, de frases que nos lembrem que não estamos sozinhos e que tudo que nos possibilita ser mais inteiros, mais felizes, está valendo.

Ignorar pessoas que alimentem o fundo do poço, se afastar de quem, por razoes próprias, não está conseguindo nos acompanhar, que não se dão conta que estamos inseridos num contexto amplo familiar, comprometidas com o nosso sistema, com filhos que sofrem consequências diretas do nosso sentir.

 Em contrapartida, uma feliz revelação: assim como nos decepcionamos com autores da nossa história de forma distorcida (porque tem gente que adora inventar, aumentar e botar lenha na fogueira), também ganhamos muito com a confirmação de anjinhos que temos por ai. Amigos que se mostram mais ainda e que chegam a virar parte da família. Amigos novos que surgem com um oferecer de mão, numa hora que afeto é tão bem vindo. Costumo brincar que algumas pessoas saem de cena para que outras, que nos acompanharão a partir dali, entrem com tudo em  nossas vidas. Pessoas que surgem para nos compor numa nova formatação.

E como devemos agir: assumindo verdadeiramente o que estamos sentindo.  “Eu não estou bem no momento; as coisas estão difíceis; tenho altos e baixos”. Porque saudavelmente é o que se espera num hora assim. Assumir a dor, vivenciar, falar, compartilhar, se recolher, quando preciso, faz parte do processo de cura. Ninguém sai de um casamento soltando fogos de artifício. Quem sai fora do tom, compromete uma chance de aproveitar deste ensinamento da vida e crescer com ele. Atropelando etapas, nem que seja para projetar em redes a sua “felicidade” meteórica, no mínimo, ignora a sua dor (que sempre existe, nem que seja pelo fim de um projeto), impede o crescer evolutivo a partir desta crise, acaba repetindo padrões e fazendo escolhas equivocadas que se materializarão na repetição de erros.

Respeitar a hora da dor também é se separar bem. E dar de ombros para o que os outros dizem, também.

Núcleo da Separação com filhos (saiba mais)

Dicas para adaptação em uma nova escola

Mudar de escola sempre é algo que pode acontecer. Para muitas crianças, essa mudança pode ser dolorosa e é preciso que os pais dêem uma “ajudinha” para facilitar a adaptação escolar.

Sendo assim, segue abaixo algumas dicas para ajudar seu filho com a adaptação na escola:

1.            Faça a mudança parecer gradual

Antes da mudança em si, já comece a conversar com seu filho sobre a nova escola. Façam juntos o futuro caminho até ela. Se a nova escola for em uma nova cidade, aprendam juntos sobre ela.

2. Atenção à rotina!

A rotina é uma das percepções mais importantes dos pequenos. Para crianças mais novas, é importante que ela seja o menos afetada possível.

A rotina proporciona conforto e segurança. Se um ambiente novo é introduzido em uma rotina já conhecida, o impacto percebido é bem menor.

Para crianças um pouco mais crescidas, o mais importante é envolvê-las em todos os processos, seja arrumar a mochila para a nova escola até separar o uniforme novo no dia anterior.

3. Transforme a “hora de dar tchau”

O momento crucial durante a adaptação a uma nova escola é a despedida em si. Mostrar confiança na nova escola, em seus educadores e na decisão de mudança é algo que a criança percebe.

Deixe bem claro que essa situação não é deixar algo para trás, mas a oportunidade de encontrar coisas pela frente: novos amigos, novas brincadeiras, novas aventuras.

Essas atitudes são fundamentais também no último dia da escola antiga: converse com todos para transformar o “Que pena que você está indo embora” por “Boa sorte nessa nova aventura!”.

4. Demonstre interesse

Se mostrar interessado pelo novo ambiente demonstra segurança à criança.

Faça perguntas variadas ao seu pequeno, principalmente referente ao tema que pareceu deixa-lo mais animado ao responder.

Outra coisa importante: preste bastante atenção às respostas evasivas ou quando a pergunta não tem resposta alguma. Aí podem estar os pontos problemáticos da experiência da criança na nova escola.

5. Não associe a escola a algo ruim

A experiência dos pequenos com a escola pode até ser boa, mas pequenas associações ao longo do tempo podem mudar esse time que já está ganhando.

Já ouviu algum pai/mãe usar aquela antiga ameaça diante de uma birra na saída da escola: “Se você continuar fazendo birra, vou te deixar aqui”. Percebeu que assim a escola vira um castigo?

Uma outra coisa que pode ter efeitos negativos é associar elementos ligados à experiência de ir à escola com castigos ou punições.

O mais importante, no entanto, é sempre proporcionar em casa um ambiente de segurança e acolhimento, em que a criança possa se expressar e que as mudanças internas decorrentes das mudanças externas possam ser apresentadas e, caso positivas, cultivadas ou, caso negativas, trabalhadas.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

20 PASSOS PARA O BOM DIVÓRCIO – PASSO 8

By Manual da Separação

SAINDO DE CASA

Até aqui já exercitamos uma parte considerável do desapego e já contamos aos filhos sobre a decisão tomada assim, de um jeito ou outro, as vezes sem muita saída, vamos ficando mais fortes. A saída possibilita um recomeço em um novo lugar, o início de um novo capítulo. E, para aquele que fica, uma chance de recriar o espaço, ocupar armários e preservar a rotina dos filhos.
O ideal é que a saída seja de forma gradual, sempre situando os filhos do que está acontecendo e de como será feito. Se a saída tiver que ser para algo provisório pois, algo definitivo depende de definições patrimoniais, partilha de bens e condições econômicas para tanto, está tudo certo. É comum que num momento de indefinições e mudanças, as questões patrimoniais sejam deixadas para um momento posterior. Portanto, casa de avós, de amigos, aluguel provisório, faz parte de um caminho.
A ideia da saída gradual é para evitar cenas fortes de despedida, com doses altas de dor, absolutamente dispensáveis neste momento. É o nosso filtro adulto que pode aliviar momentos difíceis deixando claro que, de um jeito ou outro, estaremos todos ali, presentes para tudo o que vier.
Aquele que permanece no lar, encontra uma vantagem de ficar no conhecido dos filhos, nos seus quartos e no esquema diário de rotina. Porém, é neste espaço que ocorrem as primeiras vezes da sensação de ausência física (hora do jantar, convívio dos finais de semana). Uma dica interessante é o uso do afeto criativo: criar rituais de recomeço como uma noite de jantar diferente, noite de visitas de avós, amigos ou dia de brincadeiras coletivas. Temos relatos do uso desta dica que faz com eles sintam o novo como uma possibilidade de reinicio positivo.
Para o que sai, uma chance de recomeçar sem lembranças compartilhadas com o outro, ou seja, momento de começar do zero e criar algo somente nosso com os nossos filhos, proporcionando novas experiências e releituras de momentos. Também aqui a ideia de instituir rituais de recomeços, de cozinhar conjuntamente, criar noites especiais onde o que é valorizado é a presença de todos.
Independente de quem deixa a casa, a rotina deles deve ser preservada o máximo possível para trazer uma dose maior de segurança. No meio de muitas mudanças inevitáveis, aquilo que puder, nem que de forma provisória, deve ser mantido. Quem buscava na escola, deve continuar buscando e as atividades rotineiras devem ser preservadas. E para aquele que sai, que tinha um contato diário mais efetivo, deve se manter presente para ajudar a contemporizar os medos que surgem de ausência, abandono e perda. Uma passada para um beijo, para um realizar de temas, faz parte.

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Depressão na adolescência: como identificar e o que fazer?

A depressão já é conhecida como um grande mal do nosso século. E ela tem sido especialmente perigosa para os nossos jovens. O suicídio é a terceira principal causa de morte dos jovens no mundo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).

É possível identificar se o jovem apresenta sintomas e comportamentos que podem indicar a possibilidade de um transtorno depressivo.

•             Muita raiva ou irritabilidade constantes

•             Problemas de memória e concentração que não ocorriam antes

•             Alterações de sono/apetite

•             Desesperança

•             Isolamento

•             Falta de interesse em atividades que antes gostava tanto;

O que fazer para ajudar o adolescente com depressão?

•             Procure ajuda profissional psiquiátrica e psicológica: esse é o primeiro e mais importante passo. Procure por ajuda profissional o mais rápido possível.

•             Escute: a vontade de ajudar é muita, mas evite dizer ao jovem o que ele deve fazer para melhorar. A melhor coisa que você pode fazer é escutar. A fala é terapêutica. Ofereça ao jovem este espaço para falar de si e do que está sentindo.

•             Faça companhia: o homem é um ser social e sua saúde mental depende disso. Para fazer companhia você não precisa fazer nada específico. Nem conversar. O importante é que você esteja ali presente.

•             Ofereça afeto: o mundo deste jovem é um mundo dolorido, confuso e distorcido. Quase não tem alívio para a dor. Portanto, abrace, diga o que gosta ou admira nele, ofereça colo, conforto e afeto.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

20 PASSOS PARA O BOM DIVÓRCIO – PASSO 7

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ENFRENTANDO A CULPA

A culpa é algo tão rotineiro que nos persegue a cada decisão que tomamos. Toda vez que decidimos por algo, abrimos mão de alguma coisa.
Mesmo que em um divórcio a decisão não tenha partido da gente, sempre vem um pensamento da seguinte linha: “o que eu fiz de errado? O que eu poderia ter feito de forma diferente?” Assim como: “E se eu não tivesse me separado, como estaria minha vida agora?”.
É muito comum que nestes primeiros momentos a gente enfrente doses altas de culpa e um auto boicote: será que era tão ruim assim, mesmo? Como se as nossas memórias nos levassem, com alguma frequência, apenas para os momentos de pré-crise, para lembranças boas que nos fazem sentir mais culpa, dor ou arrependimento. Como antídoto, sugerimos ancorar, próximos a nós, amigos que nos acompanharam no antes, no durante e no depois. E que com frequência (e isenção) nos dirão: “Lembra que tu dizia…? Lembra que tu não era feliz? Não é bem assim como estas contando”.
Importante ressaltar que vivemos uma consciência do HOJE. Detemos um conhecimento no PRESENTE, fruto de toda uma caminhada do passado. Percepção que só temos porque já passamos por aquilo. Portanto, a ideia concreta do “se eu tivesse feito assim” é inócua, não nos serve para uso em algo que já passou. Consola muito pensar assim: Eu fiz o meu melhor para aquele momento; Na época, aquilo foi o meu melhor. Sempre nos aceitando e validando o melhor possível para cada momento e situação. É libertador! Nos acolhemos, nos aceitamos e nos culpamos menos.
Este exercício também nos possibilita uma melhor projeção do futuro: faremos uso desta experiência para melhor seguirmos nas nossas decisões.
A busca por memórias passadas deve sim, ser remetida a momentos de afeto para garantir que, a partir dele, possamos encaminhar melhor o nosso divórcio. Com um Direito mais humano e acolhedor, que não trabalha com a consideração da culpa, podemos pensar que este afeto, hoje tão enaltecido pelo próprio judiciário, pode ser um norte para o fim dele também. É possível nos separarmos de alguém com carinho (mesmo que no momento não exista a percepção de nenhum). O amor pode ter terminado, se transformado, mas um dia este ali. Com ele/ela, tivemos promessas e planos. Fizemos filhos que perpetuam um momento de amor. Portanto, está dentro de nós a escolha deste caminho: separar com afeto também é uma forma de amor (pelos filhos, pelo outro e por nós mesmas).

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Como identificar que uma criança ou adolescente está sofrendo Bullying escolar?

O bullying na escola, infelizmente, faz parte da realidade de muitas instituições e os esforços para combatê-lo são enormes.

Normalmente, em casos de bullying escolar, as vítimas se sentem acuadas e não contam para seus pais ou professores sobre a violência que sofrem. Isso acontece, principalmente, porque a  maioria sofre ameaças dos agressores para que fiquem em silêncio, além de se sentirem culpados e de não quererem parecer covardes.

Por isso é muito importante que diretores, professores e principalmente os pais das crianças e adolescentes estejam atentos. Os sinais mais comuns são:

tristeza e irritabilidade;

falta de vontade ou medo de ir à escola;

faltas frequentes;

queda de rendimento na escola;

isolamento ou poucas amizades;

irritabilidade;

perda de apetite e insônia;

Esses são apenas alguns sinais que podem ser apresentados. Portanto, é preciso que as escolas e pais estejam atentas aos possíveis sintomas.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

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Crítica constante de pais bloqueia o processamento emocional das crianças

A educação que recebemos em nossa infância e o tipo de relacionamento que estabelecemos com nossos pais deixa marcas profundas. Sua atenção ou negligência, sua crítica ou elogio, determinam o estilo de apego que iremos desenvolver e tem um enorme impacto na imagem que formamos de nós mesmos, na nossa autoestima e na atitude que assumimos perante a vida.

No entanto, tudo parece indicar que as consequências da crítica na infância não se limitam ao nível psicológico, mas também alteram a configuração do cérebro. Neurocientistas da Universidade Binghamton descobriram que, quando os pais criticam excessivamente seus filhos, eles afetam as áreas do cérebro dedicadas a processar estados emocionais.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

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A importância dos limites na infância e adolescência

A infância é o primeiro contato da criança com as noções de que nem tudo é permitido a ela. A partir desta noção, ela aprende que deve respeitar esses limites da mesma maneira como deve ser respeitada também.

Quando os pais lidam com o limite com tranquilidade e segurança, constroem para seus filhos um ambiente funcional e que permite a eles entender que há coisas que não poderão fazer.

Algumas das funções e importância dos limites são:

1. Ensinar a criança a lidar com a frustração. É na infância que esse treino deve ser feito, para evitar que esse processo se torne doloroso na adolescência e na vida adulta.

2. Ajudar os pais a entenderem e agirem de maneira eficiente em ataques de birra. Ao estabelecer limites, não cedem às crises de birra da criança e não reforçam esse comportamento como sendo eficiente.

3. Estimular a independência no desenvolvimento da criança. Uma criança que tem noção de que não pode tudo vai, com certeza, crescer mais independente e emocionalmente mais madura.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

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A importância dos vínculos afetivos na primeira infância

A fase de desenvolvimento infantil é reconhecida como uma importante janela de oportunidades para o investimento no desenvolvimento das potencialidades da criança. Logo, estímulos, cuidado e muito afeto serão super bem-vindos. Para o bebê e a criança pequena a criação de vínculo afetivo, seja com a mãe ou outro adulto que a represente, é fundamental.

É por meio das trocas de afeto que a criança desenvolve suas primeiras relações, aprende a interagir, a se comunicar e também inicia a capacidade de desenvolver empatia. Dessa forma, vínculos afetivos são de extrema importância para os pequenos.

Luciana Tisser é psicóloga, especialista em Neuropsicologia e em Grupoterapia além de mestre e doutora em Ciências da Saúde – Neurociências e autora de diversos livros infantis e instrumentos de acesso nesta área.

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